
O Participante abordou a história e o estado atual do transplante renal, destacando a importância de Peter Bryan Medwar e os marcos na prática no Brasil desde 1964. A sobrevida dos transplantados é superior em comparação às terapias dialíticas, além de ser uma opção custo-efetiva. A pandemia impactou negativamente o número de transplantes, especialmente de doadores vivos, que ainda não se recuperou. O Brasil busca aumentar o número de doadores e acomodar novas tecnologias, além de enfrentar desafios legislativos e de conscientização da população. O encaminhamento de pacientes e a correção de defasagens na tabela de custeio também foram enfatizados como ações necessárias para melhorar os programas de transplante.
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