
O Participante destacou os efeitos devastadores das mudanças climáticas no Brasil, citando as inundações de 2024 no Rio Grande do Sul e a vulnerabilidade dos pacientes com doenças renais crônicas. Ele mencionou que a maioria dos centros de diálise foi afetada, comprometendo o atendimento a mais de 4.000 pacientes. Apesar do esforço conjunto para minimizar os danos e garantir que ninguém morresse diretamente devido aos alagamentos, ele alertou para a necessidade de políticas públicas adequadas e financiamento para a nefrologia. O Participante enfatizou a importância de tratar a nefrologia como área crítica em desastres e a urgência de um planejamento eficaz para evitar que pacientes morram à espera de tratamento. A responsabilidade e ética na saúde foram ressaltadas como essenciais para salvar vidas.
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