
O Participante destacou a gravidade da doença renal crônica no Brasil, que muitas vezes é diagnosticada tardiamente, principalmente entre hipertensos e diabéticos. Ele enfatizou a necessidade de melhorar o rastreamento e a articulação entre a atenção primária e especializada, além de abordar a má distribuição de nefrologistas no país. Propôs incentivos para fixação desses profissionais no interior e a realização de uma pesquisa epidemiológica nacional. Concluiu pedindo ações coletivas para enfrentar essa epidemia silenciosa que traz altos custos e riscos à saúde.
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