
Participante agradeceu os comentários e destacou a importância da cultura da paz e das relações interpessoais no Brasil. Ele mencionou a habilidade dos brasileiros em destravar situações e a necessidade de explorar essa característica. Além disso, ressaltou a importância da política externa clara e que o Brasil deveria se envolver mais em questões internacionais, mesmo com limitações financeiras. O Participante acreditou que o Brasil poderia iniciar ações menores para se posicionar no cenário global e não esquecer seu papel no mundo, mesmo diante de desafios internos.
O Participante compartilhou experiências de interação com diferentes países sobre mediação e paz, destacando a África do Sul e o Catar. Ele ressaltou o papel do soft power da África do Sul, especialmente após a redemocratização. O Catar, apesar de ser um país pequeno, tem se destacado como mediador em conflitos internacionais, mostrando que não é apenas uma questão financeira, mas também de preparação e estratégia. O Participante mencionou como outros países árabes, como a Arábia Saudita e os Emirados Árabes, seguiram o exemplo do Catar. Ele também comentou sobre a Noruega, que se tornou uma referência em mediação de conflitos, e criticou a falta de envolvimento do Brasil em discussões essenciais, considerando os princípios constitucionais do país.
Participante discute a polarização no Brasil como uma janela de oportunidade para o país, sugerindo que a neutralidade e o papel de mediador podem beneficiar o status internacional do Brasil. Destaca a importância de profissionais capacitados e vontade política para implementar mudanças, além da necessidade de criar estruturas que garantam a continuidade das iniciativas, independentemente de mudanças no governo. Conclui que outros países aprenderam a manter a mediação por seus benefícios proporcionais.
O Participante agradeceu comentários e destacou o potencial do Brasil em melhorar sua atuação internacional com ajustes simples. Mencionou a importância da diplomacia e do engajamento da sociedade civil, incluindo universidades e parlamentares, para fortalecer o processo. Comentou também sobre a movimentação positiva entre diplomatas brasileiros para aprimorar o engajamento do país em disputas internacionais. Concluiu propondo a abertura para perguntas.
O Participante apresentou pesquisa sobre o papel de potências médias na mediação de conflitos internacionais, utilizando entrevistas com especialistas e metodologia qualitativa. Defendeu que o Brasil possui potencial para atuar como mediador, mas enfrenta fragilidades institucionais, como a falta de uma política de Estado perene, orçamentos específicos, treinamento técnico contínuo e engajamento em redes com a sociedade civil. O Participante recomendou o fortalecimento de capacidades institucionais, a adoção de diplomacia silenciosa e o estabelecimento de prioridades estratégicas para consolidar a atuação brasileira no cenário global.
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