
A Coordenadora da Auditoria Cidadã da Dívida (ACD) critica a ausência dos parlamentares, a falta de estoques regulatórios, a gestão da dívida pública e as isenções fiscais a petroleiras. Defende a auditoria da dívida, a mobilização social e a necessidade de pressionar as instituições para que cumpram seu papel.
A Coordenadora da Auditoria Cidadã da Dívida (ACD) denuncia que o sistema da dívida pública brasileira, operando sem contrapartidas em investimentos, funciona como um ralo que drena recursos para o setor financeiro. Aponta um modelo econômico estruturado para gerar escassez, favorecido por juros abusivos, política monetária suicida e um sistema tributário regressivo. Defende a necessidade urgente de uma auditoria com participação social, a limitação dos juros e a revogação de mecanismos que transferem riquezas públicas para o sistema financeiro.
A Coordenadora da Auditoria Cidadã da Dívida (ACD) denuncia a defasagem da tabela do Imposto de Renda como um confisco sobre trabalhadores, enquanto a dívida pública recebe correção monetária automática e privilegiada para os detentores de capital.
A Coordenadora da Auditoria Cidadã da Dívida (ACD) denuncia um modelo econômico planejado para concentrar renda e gerar desigualdade, sustentado pelos juros abusivos do Banco Central, pelo sistema da dívida pública sem contrapartida, pelo modelo tributário regressivo e pela primarização predatória da economia.
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