
A Universidade de Brasília defende renovar o debate econômico nacional trazendo perspectivas internacionais modernas para combater ideias ultrapassadas e o monopólio discursivo do mercado financeiro.
A Universidade de Brasília critica a política econômica atual por submeter-se ao sistema financeiro e ao agronegócio, defendendo que o governo possui instrumentos, como controles de capital e regulação de exportações, para exercer maior autonomia e priorizar o bem-estar social.
A Universidade de Brasília critica a política monetária brasileira, apontando que o regime de metas de inflação gera juros elevados e câmbio sobrevalorizado, resultando em desindustrialização e estagnação. Defende a adoção de mandato duplo para o Banco Central, metas de inflação mais realistas e controle de capitais.
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