
A advogada, membro do escritório de assuntos externos da Comunidade Bahá'í do Brasil, denunciou a perseguição sistemática, institucionalizada e documentada contra os Bahá'ís no Irã, solicitando que o Brasil abandone a abstenção e adote uma postura firme e ativa em defesa dos direitos humanos da comunidade iraniana perante a ONU.
A advogada, membro do escritório de assuntos externos da Comunidade Bahá'í do Brasil, denunciou a perseguição sistemática, religiosa e de gênero enfrentada por mulheres bahá'ís no Irã, onde sofrem discriminação interseccional, violência estrutural e desumanização pelo Estado. Apelou ao Brasil para que se posicione ativamente contra esses crimes contra a humanidade, defendendo a liberdade religiosa e a dignidade humana.
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