
O Professor do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano e Regional - Universidade Federal do Rio de Janeiro defende que a alta taxa de juros brasileira é uma ferramenta de poder do setor financeiro, e não uma necessidade técnica. Argumenta que o Estado, possuindo soberania monetária, não quebra por déficit e deveria priorizar o investimento público para promover o desenvolvimento, em vez de se submeter à lógica do mercado.
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