
O Presidente - Câmara Setorial do Tabaco defende a viabilidade econômica do setor, ressaltando a superioridade da receita por hectare em comparação a outras culturas e a ausência de inadimplência entre produtores. Argumenta que a proibição não extinguirá o consumo, apenas fomentará o mercado ilegal e prejudicará a arrecadação e as famílias do setor. Além disso, critica políticas restritivas baseadas em dados distorcidos e alerta para os riscos de saúde e segurança associados à falta de controle do contrabando e dos dispositivos eletrônicos.
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