
O Presidente do Sindicato dos Atletas Profissionais de São Paulo e da Divisão Américas da FIFPro critica a tentativa de retorno do passe, defende o cumprimento rigoroso dos contratos salariais e alerta para a escassez de vagas no futebol profissional, defendendo a reestruturação dos clubes menores para evitar a exportação precoce de atletas.
O Presidente do Sindicato dos Atletas Profissionais de São Paulo e da Divisão Américas da FIFPro critica a precariedade das relações trabalhistas no futebol, a ineficiência das SAFs e a cultura de descumprimento de leis. Defende a valorização do trabalho, o fim do "ranço" do passe e alerta para os riscos de suprimir direitos dos atletas em nome de uma suposta especificidade esportiva.
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