
Médico Infectologista alerta: vacinação proposta por Lula não tem comprovação de eficácia ou segurança, não reduz risco de transmissão ou hospitalização e pode causar divisão social. Estudo da Anvisa baseado em dados americanos questionável, eficiência duvidosa em diferentes faixas etárias. Ministério da Saúde recomendação sem estudos confiáveis de suporte. Riscos desconhecidos e dose anual arbitrária.
Médico Infectologista discute vacina COVID em crianças: inclusão em UTI, plataforma testada, baixa eficácia em estudos clínicos, reação cruzada possível e espera por estudo de segurança no Brasil e EUA. Não há redução garantida de PCR positivo ou mortalidade.
O discursante parabeniza colegas e discute a vacinação obrigatória contra a Covid-19 em crianças de 0 a 5 anos, questionando a eficácia e a segurança das vacinas disponíveis. Destaca a falta de estudos conclusivos sobre a redução de transmissão e hospitalização, além de mencionar que o risco de complicações pode ser maior do que o benefício da vacinação nessa faixa etária. Critica a classificação de crianças como grupo de risco e argumenta que a vacinação deve ser opcional, citando a situação global e os dados epidemiológicos que indicam que a pandemia não exige medidas emergenciais. Conclui que a obrigatoriedade da vacina não é justificada, dado o atual contexto e a ausência de evidências robustas.
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