
O Presidente do Sindicato de Especialista de Educação do Magistério Oficial do Estado de São Paulo (UDEMO) defende que a atual reforma administrativa é desnecessária, pois a Constituição já contempla princípios como legalidade, moralidade e eficiência. Argumenta que a estabilidade é uma prerrogativa essencial para a imparcialidade e critica o modelo de metas e bônus, defendendo a mobilização popular contra o projeto.
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