
Consultora Legislativa expressa satisfação com o trabalho na consultoria geral.
A Consultora Legislativa critica a ineficácia das leis atuais perante o poder das big techs, argumentando que a regulação falha por ignorar a estrutura do "capitalismo de vigilância" e a assimetria de poder sobre os dados.
A Consultora Legislativa argumenta que o receio excessivo da sociedade civil quanto à atuação estatal na internet, potencializado por escândalos de vigilância, favoreceu o poder das *big techs* em detrimento do papel regulatório necessário do Estado.
A Consultora Legislativa aponta que o conceito de soberania digital tornou-se um modismo, frequentemente instrumentalizado por grandes empresas de tecnologia para evitar regulações estatais, preferindo códigos de conduta próprios em detrimento de leis que limitem o fluxo global de dados.
A Consultora Legislativa afirma que as Big Techs priorizam a financiarização e o lucro por meio da algoritimização, utilizando estratégias agressivas de lobby, influência política e exploração da dependência psicológica para manter sua hegemonia e evitar regulações.
A Consultora Legislativa solicitou a repetição de questionamento sobre a concordância dos termos apresentados.
A Consultora Legislativa, em sua tese, analisa o capitalismo informacional e o poder das "Big Techs" no Brasil. O estudo aponta a influência dessas empresas sobre a legislação e o parlamento, destacando a assimetria de poder, a falta de regulação eficaz do lobby e a captura de discursos políticos pela "ideologia do Vale do Silício", o que coloca em risco a soberania nacional, os direitos trabalhistas e a proteção de dados dos cidadãos.
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