
O jornalista defende que a auditoria da dívida pública é uma ferramenta essencial de soberania, justiça social e conscientização popular. O modelo atual, que prioriza juros em detrimento de direitos básicos, é classificado como um sistema de dominação. Propõe-se a auditoria permanente e a mobilização social para romper essa estrutura e garantir investimentos em áreas sociais.
O Jornalista critica a hegemonia de oligarquias financeiras globais e defende a auditoria da dívida pública, tomando como exemplo histórico o governo Getúlio Vargas para promover justiça social e soberania nacional.
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