
A Musicista e Arte-Educadora agradece pela visibilidade, resgata a origem negra e feminina do rock, celebra as mulheres que abriram caminhos na cena local e defende a inclusão e a descentralização do rock brasiliense para além do Plano Piloto.
A Musicista e Arte-Educadora narra sua trajetória no rock, destacando a importância da representatividade feminina, a influência familiar e a necessidade de unidade entre mulheres para ocupar espaços de protagonismo e alcançar a equidade no cenário musical.
A Musicista e Arte-Educadora celebra a cena do rock de Brasília em audiência pública e homenageia a força feminina com a música "Pagu".
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