
Ela defende a ocupação do rock por mulheres, pessoas periféricas e revolucionárias, incentivando a união e a persistência feminina na busca por direitos e sonhos.
Defende a justiça cultural para o rock, destacando sua origem negra e seu papel transformador, enquanto reivindica maior fomento estatal, representatividade feminina e o fim das barreiras de gênero, etarismo e maternidade no cenário musical.
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