
A Professora Adjunta da Faculdade de Educação - Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ destaca que a juventude brasileira, embora desconfiada das instituições tradicionais e sobrecarregada pelo trabalho e cuidados, valoriza a educação e mantém esperança no futuro. Defende que políticas públicas devem ser articuladas, integrando educação, trabalho e segurança, e superando a visão de que a escola, isoladamente, resolve as desigualdades e a violência que afetam os jovens.
A Professora Adjunta da Faculdade de Educação - Universidade do Estado do Rio de Janeiro - UERJ defende a implementação de um Plano Nacional de Juventude que vincule políticas públicas ao orçamento, superando o caráter de carta de intenções. Com base na pesquisa "Juventudes, um desafio pendente", destaca que a juventude brasileira não é um bloco monolítico, sendo marcada pela precarização do trabalho, por trajetórias não lineares entre estudo e emprego, e por desigualdades de gênero, raça e território. Por fim, advoga pela retomada da Agenda Nacional do Trabalho Decente e por uma política integral que considere a diversidade das condições juvenis.
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