CPI SOBRE AS PIRÂMIDES FINANCEIRAS
Sobre o Evento
CPI investiga fraudes em pirâmides financeiras e criptomoedas; depoimentos de testemunhas e requerimentos aprovados. Quebra de sigilo bancário solicitada. Testemunhas destacam sigilo profissional e inconsistências financeiras. Empresários discutem relações comerciais e investimentos. Acusações de operação sem autorização e exploração de clientes lesados. Investigação continua.
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O depoente discute a estrutura da RCX, mencionando funcionários do RH e comercial, e afirma que não havia comissionamento para investidores. A empresa trabalhava exclusivamente com bitcoin e tinha uma plataforma para operações. Não havia gestão de risco formal ou comissões significativas para investidores. A RCX teve cerca de mil cento e oitenta clientes e movimentou aproximadamente duzentos milhões. Após ações judiciais, a empresa falhou em honrar compromissos. O depoente não confirma a corrupção ou irregularidades, mas menciona que a contabilidade e declarações foram feitas corretamente. O sócio Caio de Almeida Lima pode estar fora do país. O depoente nega envolvimento em práticas criminosas ou má gestão dos fundos.




