CENTRO DE ESTUDOS E DEBATES ESTRATÉGICOS
Especialistas defendem regulação rigorosa da inteligência artificial no mercado
Sobre o Evento
Audiência pública discute impacto da inteligência artificial no trabalho, abordando regulação, inclusão digital e proteção de empregos. Especialistas enfatizam a necessidade de inovação e regulamentação para evitar desigualdades, além de promover capacitação e transparência. Sugere-se a criação de agência reguladora de IA e a importância de diálogos setoriais. Encerramento enfatiza a complexidade do tema e necessidade de decisões benéficas.
Mostrando 5 falas de Ricardo Henrique Padilha neste evento
Ver evento completoCoordenador-Geral de Tecnologia Assistiva - Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Coordenador-Geral de Tecnologia Assistiva - Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação: agradeceu recepção, enfatizou experiência em ciência e tecnologia, estressei regulamentação de corporações para promover justiça no trabalho, mencionou transições tecnológicas dependem de gestão e políticas públicas, e referenciou inteligência artificial como contínua transferência tecnológica, não algo completamente novo em relação a humanos.
Coordenador-Geral de Tecnologia Assistiva - Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Regulação evita monopólios e permite entrada de concorrentes; novas tecnologias resolvem problemas e geram avanços; inteligência artificial ajudará em governança e transparência com critérios estabelecidos por humanos.
Coordenador-Geral de Tecnologia Assistiva - Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Novo trabalho paradigma necessita atualização legislação laboral, previdência social, relações democráticas, solidariedade, trabalho coletivo, e cooperativismo para resolver desigualdades e garantir melhor futuro.
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Coordenador-Geral de Tecnologia Assistiva - Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação
Coordenador-Geral de Tecnologia Assistiva do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação enfatizou investimentos em laboratórios, computação e pessoal para aproveitar o potencial de inteligência artificial em áreas como tecnologia assistiva e telemedicina, além de colaborar e promover governança e proteção de dados para reduzir mortalidade e aumentar eficiência.




