COMISSÃO DO ESPORTE
Sobre o Evento
Balanço da gestão do Comitê Paralímpico Brasileiro apresentado por Mizael Conrado e outros membros, incluindo discussões sobre atletas e novas lideranças.
Presidente eleito - Comitê Paralímpico Brasileiro
Todos, quero saudar o excelentíssimo deputado Augusto Pupio, hoje presidindo essa sessão. Quero saudar, Amisael Conrado, atualmente presidente do CTB. Com 1 1 grande relato desses 8, 16 anos, os primeiros oitos como vicepresidente e depois mais 8 terminando agora quase 8 terminando agora 30 e de dezembro. Saudar Ayó Ferreira vicepresidente vai continuar como vicepresidente. Luana Brito, grande atleta, radialista de prata. Orgulha muito o Amapá com todo esse seu relato, seu trabalho, mostrando toda a dedicação de 1 grande atleta e certamente em Los Angeles vai ganhar a tão sonhada medalha de ouro. Saudar a Rosinha Estrela, minha colega, passamos do do CONADE ela enquanto secretária nacional dos direitos da pessoa com deficiência e hoje representando o CBCP ao grande João Batista. Saudar ao meu querido Fábio Araújo, secretário nacional do para desporto, Daniel Brito assessor de comunicação amigo, a todos que fazem parte do do CPB e a todos e todas que está aqui hoje participando dessa sessão. Quero dizer que pra mim é 1 honra, não é estar aqui, falar pouco do futuro do do CPB, falar pouco da minha trajetória pra que todos e todas possa tomar conhecimento. Fui presidente lá do Instituto de Servos da Paraíba, depois presidente da CBDV com 12 mandatos de 2017 a 2024, onde conseguimos aí bons resultados ampliar o desporto de cegos no Brasil, trabalhando principalmente em parceria com o CPB nas bases, trazendo novos atletas tivemos a percepção que os nossos atletas na nas 3 modalidades que a CBDV que a CBDV administra, que é o gobol feminino masculino, judô feminino masculino futebol de cegos. A gente precisa de reposição de peças, e aí eu acho que dos alegados foi trabalhar fortemente na base, buscando desenvolvimento, fomento. E, bem como falou o meu amigo nessas últimas paralimpíadas conseguimos 10 medalhas dessas qual 4 de ouros onde ajudou perceber o o comitê paralímpico brasileiro ao quinto lugar. Escutando aqui o relato de Misael, a gente percebe que tem muito trabalho pela frente. Chega o ano que vem a 102 centros de referência em 8 anos a 560 centro de referência é trabalho duro é trabalho de muita dedicação pra que a gente chegue mais perto das pessoas com deficiência. Pra que a gente leve esses centros de referência a municípios distante aqui de Brasília, lá o centro o centro ou o centro oeste o norte o nordeste que são regiões mais pobres e que precisa de política, que seja no esporte pra que oportunize as pessoas com deficiência, a ter acesso a essa política. Quando a gente vê esse projeto, esse projeto com o governo de São Paulo, aonde vamos atender a 70 escolas a princípio depois 1000 escolas a gente coloca o esporte da pessoa com deficiência como maior instrumento de de inclusão e preparar os professores da educação física que atende essa criança com a conjuntamente com as outras e não essa separação que existe hoje onde a criança com deficiência sequer tem acesso a fazer educação física. Então são são diversos projetos que se tem o velódromo que é dos grandes projetos que está sendo construindo junto ao governo de São Paulo pra que essa a gente possa construir e ter dos melhores velódromo do mundo. A o ciclismo ela ela consegue entregar 50 51 medalhas de ouro. Se a gente tem ciclismo forte certamente manter o quinto lugar ou avançar já é grande vai ser vai ser grande objetivo que se tem dentro do CPB pra que a gente possa buscar. Outro outros grandes projetos projeto de transição de carreira ou aqueles atletas que muitas vezes estão estão com as 1 idade e 1 idade não tão boa pra alguns esportes a gente mudar pra ele pra outros esportes EEEA gente aí tentar viabilizar que esse atleta possa ter sucesso nesse outro esporte. Então trabalhar na ciência fortemente nas estratégias pra que a gente possa desenvolver e mais e levar o esporte muito mais distante do que é do que ainda do que se precisa. Então a gente tem, a gente tem esse legado que Misael deixa pra que a gente possa juntamente cunhar poder levar esse esporte pra muito mais pessoas com deficiência que sequer sabe que existe esportes pra pra pessoa com deficiência. Então a gente tem esse compromisso, de aumentar aí o maior número de pessoas com deficiência nos festivais, nos pra que os o CPB se torne esse grande essa grande espaço que a gente tem, como grande instrumento. Trabalhar muito forte na inclusão, Não tem não tem meio maior de inclusão como o esporte então a gente tem aí 1 1 diretoria de inclusão, onde que a gente vai fazer da dessa diretoria que ela avance muito nesse tema que é tema rico pras pessoas com com deficiência. Na governança dito por Misael, a gente tem feito pra que o CPB se torne tem aí grande grandes mostrando que a governança é instrumento pra que a gente possa usar melhor nossos recursos os nossos recursos né 95 por 100 é de recurso público que precisa ser melhor usado precisa ter instrumentos que garanta esse uso desses recursos. Temos tantas e tanta tantas projetos pra que a gente eleve o nível do do nosso paradisporto. Então o meu compromisso aqui e aqui com vocês e a partir do dia 2 de janeiro, é dar prosseguimento a todos esses projetos dito aí pelo pelo nosso Misael Conrado. Eu fui escolhido pelo movimento da das pessoas com deficiência, pra exercer esse mandato, né, com toda com toda a capacidade e competência que o CPB merece. Então quero agradecer a a todos vocês e me colocar sempre à disposição dessa casa ou do Senado para que possa, para que a gente possa dar todas as informações necessária pra que as pessoas tomem conhecimento com o do do que está acontecendo no paradesporto no Brasil. Então eu agradeço muito obrigado a todos e todas e abraço e até a próxima. Muito obrigado José Antônio Freire.




