
Obrigado meu amigo Fábio pela generosidade de sempre, é grande amigo que sofreu com a gente lá nos Jogos né? Teve momento ali que a gente começou a medalha que pô, por 2 centésimos por último lançamento, e o Fábio estava com a gente lá e a gente viu que ele tem alma paraolímpica, porque ele sofreu com a gente o tempo todo, e também pô depois celebrou, porque realmente nós nos mostramos muito. Rosinha, muito obrigado também pelo carinho de sempre viu? Você que é 1 pessoa, foi não ia dizer foi, mas você não foi, está longe ainda de de de chegar nesse tempo verbal né, você é 1 pessoa que contribui demais aliás ontem, importantíssimo aí numa conquista legislativa, né, consignando de fato o Sistema Nacional de Portes, incluindo diversas comitês e confederações, e você foi 1 peça fundamental né, como vem sendo nessas conquistas que a gente vem conseguindo aí pro esporte, né? E aliás não só pro paraolímpico, né? Porque as ações elas são em prol do esporte nacional, né? E você realmente parabéns e muito obrigado pelo que você vem fazendo, né? Você e o Johnny Boy que está lá também trabalhando bastante com todo entusiasmo que sempre teve. E o deputado Augusto também acompanho, né, a o trabalho dele, não só dele, né, como como a gente tem dito aqui, a gente ninguém faz nada sozinho, é a sua equipe inteira, o Sérgio é obstinado aí pelo trabalho também, acho que ele está aqui presente, né Sérgio? E e trabalhando sempre bastante aí apoiando a casa para Olímpio, entusiasmo incrível. Sérgio que eu tive a oportunidade de falar poucas vezes mas já deu pra perceber que ele realmente deputado é 1 pessoa aí que representa demais as boas causas e o trabalho. Miguel? Miguel Miguel. Ah o Miguel? Ô Miguel, a eleição ela aconteceu com o processo regular previsto pelo estatuto, e naturalmente com a presença dos atletas, Miguel. Nós temos terço da nossa assembleia composta por atletas, que votaram unanimemente no Zé Antônio. Então o Zé foi, foi eleito por aclamação, contando essa Assembleia que elegeu o Zé Antônio, com terço de atletas, então os atletas votaram sim, eu não sei de onde saiu essa informação, mas os atletas sim votaram e os canais do CPB estão à sua disposição lá, se você tiver alguma dúvida, qualquer questão do esclarecimento a gente está lá sempre à disposição, mas não houve nos últimos tempos Miguel e pra quem todos que nos acompanham, e não haverá, tampouco no futuro, qualquer assembleia dessa instituição sem pelo menos terço delegados serem representantes, e no nosso caso não é nem representantes, todos os membros da Assembleia Delegados dos Atletas são atletas, necessariamente que disputaram pelo menos 1 das últimas 2 edições de Jogos Paraolímpicos, então, no nosso caso lá poderia ser representante, mas não temos nenhum representante, todos os integrantes da assembleia são atletas, então votaram e seguirão votando em tantas quantas assembleias acontecerem lá na estrutura do CPB. Muito obrigado a todos, nada
Foram os jogos de Paris né, momento épico do movimento brasileiro, todos nós muito felizes né com tudo que aconteceu, com o resultado, mas mais do que com o resultado, com a estratégia. A gente acredita demais que o o presente, né os jogos de Paris foram extraordinários, passado de Tóquio, foi muito bom, mas a gente acredita com todos esses projetos do centro de referência, do campo escolar, do campo militar, enfim, todos esses projetos de bases, projetos estruturantes, a gente acredita demais que o futuro é ainda mais promissor do que o passado. Muito obrigado. Obrigado presidente Misael.
Por todo o Brasil. E nessa loja do do trabalho né, tanto de de inclusão como de iniciação esportiva, a gente agora vai iniciar 1 nova jornada, a gente acaba de de assinar convênio com o estado de São Paulo, pra que o CPB possa atender as crianças com educação física, a as crianças nas áreas de educação física, seja com deficiência, na rede pública estadual. Vamos começar piloto com 75 escolas, e a ideia é de que depois do piloto, obviamente a a gente ajustando e alinhando toda a estratégia e os processos, a gente atende as crianças das quase 1000 escolas estaduais, e aí a ideia é de levar também essa atividade pras crianças da rede municipal no contraturno, né lá nas escolas estaduais, e com isso a gente pode chegar ao número de mais de 40000 crianças só no estado de São Paulo, né esse é o nosso desejo, projeto muito importante, porque hoje em boa parte do Brasil a criança com deficiência ainda é dispensada na educação física exatamente pela falta da capacitação dos professores, né, pra atender a essas crianças. Então é projeto que a gente inicia e também que a gente tem bastante expectativa de que possa ser projeto transformador e está aí até mais relevante que os projetos que a gente já executa, que a gente já desenvolve. No plano estratégico 1 outra, 1 outro pilar fundamental foi exatamente o tema da gestão e da governança. Então lá em 2017 a gente identificou a necessidade de avançar no ESG, de avançar na governança pra além do que já determina o dezoitoA. E aí a gente ressignificou o nosso conselho de administração, que hoje tem maioria independentes, todos certificados pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa, criamos departamento de compliance, com compliance Office, com canal de denúncia externo independente. Agora a gente obteve as isos 37000 e que é anticorrupção, e 37300 e que é de conformidade, o comitê próno brasileiro é a única organização esportiva do mundo que tem essas 2 isos, pra gente é muito importante né, porque atesta a transparência dos processos né, e a própria eficiência daquilo que a gente, daquilo que a gente faz. No plano ambiental, na gestão do CT, já há 4 anos a gente tem a ISO 14000 e recentemente a gente fez a a medição de carbono, o ano que vem a gente vai fazer a compensação de modo a zerar a nossa a nossa emissão de carbono, compostagem 100 por 100 feita lá nas instalações do CT, e o que não é compostagem a gente tem parceria, ou seja, 100 por 100 de tudo lá é reciclado, então realmente a gente tem muito muito cuidado com essa questão da sustentabilidade porque a gente entende a importância e nós entendemos que por mais que nós sejamos 1 entidade esportiva, nós precisamos estar atuando em convergência com aquilo que a gente acredita, com as boas práticas de governança, com governança, com a lógica da sustentabilidade, atuando na inclusão né o que é o que a gente faz, o próprio esporte que é principal elemento aí, dos principais elementos pra inclusão e pra cidadania da da pessoa com deficiência, mas nós estamos indo pra além do esporte, né criando por exemplo inspiração paraolímpica, que é 1 plataforma que tem por objetivo conectar conectar pessoas, programas, projetos, enfim, é algo que que também fez com que a gente pudesse avançar do ponto de vista da maturidade institucional, ao longo desses 7 anos, né? E até pra suportar os projetos que a gente desenvolveu ao longo desse tempo, pra que vocês tenham 1 ideia, nós tínhamos 60 colaboradores em 2016, e agora com esse projeto escola mais inclusão, esse último convênio que a gente assina, nós vamos deixar o CPB com 900 colaboradores, ou seja, crescimento de 15 vezes em 7 anos né, e aliás 5 porque 2 anos a gente ficou com o CT fechado e basicamente sem atividade esportiva. Então, foi crescimento substancial e naturalmente se a gente não tivesse avançado nos processos, não tivéssemos amadurecido a governança, certamente não teríamos condições de suportar todas essas ações e todo esse calendário. Bom, aí alguém pode perguntar, mas espera aí, o CPB então virou 1 entidade de formação esportiva? Não, a gente passou a atuar muito na formação, na iniciação e na inclusão, mas sem perder de vista o alto rendimento. E acho que o resultado de Paris, ele demonstra cabalmente isso, né primeiro Tóquio que já foi 1 grande campanha onde a gente conquista 72 medalhas sendo 22 de ouro, 20 de prata e 30 de bronze, 1 campanha histórica né, a melhor até então do Brasil em todas as edições de Jogos Para Olímpicos, realmente 1 participação muito importante, muito relevante do Brasil, num momento difícil né que a gente acabou ficando aí os atletas impedidos de treinar, de desempenhar suas atividades eu me lembro que no início da pandemia, os jogos ainda não tinham sido cancelados, e aí a gente fechou o CT, foi no dia 13 de março de 2020, fechamos o CT pelo risco da pandemia, e a gente atende pessoas com deficiência severa então risco ainda maior do que pra população convencional, então a gente fechou o CT, dali a pouco veio 1 matéria do presidente do Coe encorajando os atletas a treinar, e aí a gente chega no CT no dia seguinte o CT fechado, e os atletas você treinando na rua do lado de fora, então quer dizer foi desafio imenso, mas os nossos atletas eles são resilientes, são guerreiros né e realmente, lá em Tóquio deram 1 grande demonstração dessa resiliência. E aí a gente inicia esse ciclo também desafiador como eu disse no início, ciclo de 3 anos, começamos né foi foi abreviado então por exemplo, atletismo com mundiais em anos consecutivos 23 24, e o Brasil durante todo o ciclo teve 1 regularidade muito grande né a natação, nós ficamos em, nós ficamos na na na quarta posição com 46 medalhas, 1 participação importante, o atletismo a gente ficou em segundo lugar, perdendo apenas pra China no mundial de 2023, e aliás em número de medalhas, nós conquistamos mais medalhas que a China, conquistamos 49, 47 contra 45 medalhas do chineses então foi muito relevante, muito significativo esse resultado, e nos demais esportes né, no golball, na canoagem, no próprio triatlon, no mundial de futebol de 5, de vôlei sentado, o Brasil pela primeira vez foi campeão do mundo em 2022, então foi ciclo muito especial para todos nós. E aí nós chegamos nos jogos de Paris, jogos de Paris realmente muito foi muito desafiador também, como toda edição de Jogos Paraolímpicos, porque o Brasil já havia conquistado a melhor campanha em Tóquio, ficado em sétimo lugar, e aí a gente pensa né, quando a gente vai formular as metas e agora a gente está nesse momento inclusive no plano estratégico, e aí muita gente que que que faz parte da da gestão, muitas vezes as pessoas imaginam o seguinte, não se a gente ficou em quinto, agora a meta tem que ser ficar em quarta e em terceiro. Mas a gente tem todo o mundo com o mesmo pensamento. Então chegar entre os 10 é desafio, permanecer o desafio é maior ainda. E obviamente que o quão mais a gente avança, mais difícil fica de avançar. Nós conquistamos em em Atlanta 96, 37, o trigésimo sétimo lugar, e a gente avançou muito rapidamente, 2012 já, a 2008 em Pequim, a gente já passou a integrar o seleto grupo das 10 principais potências, então a gente avançou em 12 anos, nós avançamos 28 posições né, porque nós somos pro nono lugar em Pequim, foi avanço muito rápido e muito significativo, só que quando a gente chega perto das grandes potências, que já tem lá 1 cultura esportiva, Aí vocês perguntam, mas qual é a diferença né, a gente não tem investimento no Brasil? E obviamente que nós temos, e jamais a gente poderia reclamar de investimento inclusive do respaldo dessa casa pra que houvesse esse investimento. A questão é, os países como GrãBretanha, Austrália, Estados Unidos, Holanda, Alemanha, França, eles já possuem 1 cultura esportiva. As crianças começam o esporte na escola. Nós fomos agora visitar a França pra definirmos a cidade que o Brasil faria a climatação, em cada bairro da França, praticamente você tem 1 piscina e 1 pista oficiais. É impressionante a quantidade de instalação esportiva que a gente encontrou no entorno de Paris pra selecionar a cidade que o Brasil faria a sua última fase de treinamento. E aqui no Brasil, vocês viram aqui o centro de referência, nós temos o trabalho dos clubes, hoje são mais de 500 clubes que são conectados ao Comitê Brasileiro por conta das das modalidades que a gente administra diretamente, além de tantos outros que estão ligados às nossas confederações, nós devemos ter próximos de 1000 clubes no Brasil, né, clubes, organizações de pessoa com deficiência, mas organizações que fazem esporte, além dos programas do comitê e de e de alguns estados e municípios, enfim a gente tem muita coisa boa também acontecendo no Brasil. Mas a gente depende de programas específicos porque lamentavelmente isso ainda não acontece onde deveria acontecer, que é na escola, que é no âmbito da educação. E no caso do Esporte para Olympe, dos pleitos que a gente tem pro Conselho Nacional de Educação, é alteração da grade curricular, porque o professor ele sai da universidade e ele sai preparado pra atuar na escola, mas essa atuação ela não contempla o indivíduo com deficiência, porque nós temos 1 disciplina de educação física adaptada que pode ser de 30 horas, em 30 horas o professor não consegue entender nem das deficiências, quanto mais de criar condição pra atender essas crianças nas escolas. Então, nosso nosso desejo e até vou dizer pra vocês o nosso sonho, é que as escolas de educação física formar profissional que vá dar que vá atender as crianças na escola as crianças e os jovens, tenha lá 1 grade curricular diferente, 1 grade curricular paraolímpica transversal, ou seja, onde há o futebol deve haver o vôlei, onde há o o vôlei onde há o vôlei deve haver o vôlei sentado, a disciplina de futebol deve contemplar 000 futebol pra 1 pessoa com deficiência, o próprio, o próprio o próprio basqueteball em cadeira de rosa, o atletismo enfim todos os esportes de modo que o professor não saia da escola, da mulheres da universidade preparado pra atender a todas as pessoas então, era grande desafio e 1 grande expectativa porque nós realizamos 1 grande campanha ao longo do ciclo. Foi realmente 1 campanha especial para todos nós, e a nossa expectativa era realmente de fazer a melhor campanha da história. E aí chegamos em Paris, e de fato isso aconteceu, a campanha ela foi extraordinária, o Brasil conquistou a quinta colocação, a histórica quinta colocação, e tínhamos potencial pra conquistar o quarto lugar, porque ficamos muito próximos da Holanda, e tem algumas medalhas né, a Holanda mesmo quebrou o recorde mundial, e dali a pouco vem a ucraniana a última a lançar, e quebra o recorde também e leva a medalha de ouro. Nós tivemos o Aser, que estava liderando a prova do salto, no último salto, o russo salta e passa o Aser. Nós vimos o Ricardo com 27 e 10 000 Ricardo, e aí o russo me faz 26 e 9. Vocês imaginam 1 distância que não dá nem pra gente imaginar quanto é que representa essa distância com relação ao aspecto temporal, é basicamente você inclinar o tronco pra frente. A Raiane aqui de Brasília, que foi campeã em recordação mundial, nos 400 metros, ela nos 100 metros fez o melhor tempo da história dentre as deficientes das pessoas com deficiência visuais das mulheres com deficiência visual incluindo B B 2 B 3, com 11 78, e aí vem 1 moça do Azerbaijão, 1 atleta excepcional também, e faz 11 7 e meia, 2 centésimo de distância, a gente perde a prova. Ou seja, várias várias situações e a parte do esporte a gente não pode reclamar, porque isso também aconteceu ao nosso favor né, e é do esporte, mas só estou dizendo isso pra dizer que nós poderíamos ter ido pra além da quinta posição, que já foi extraordinária, 25 medalhas de ouro, 26 melhores de prata, 38 melhores de bronze, foi realmente 1 campanha espetacular que eu tenho certeza que meu amigo Zé Antônio aqui vai trabalhar demais pra não só manter, mas melhorar essa campanha. Aí eu quero trazer pouquinho do que foi essa emoção que a gente viveu lá em Paris.
Deputado presidente dessa sessão, Augusto Pupio, e prostríssimo amigo presidente do Comitê Parma Brasileiro, José Antônio Freire, ilustríssimo amigo vicepresidente do Comitê Parma Brasileiro, Johnson, do Nascimento Ferreira, exatleta paraolímpico, campeão paraolímpico, campeão mundial, ilustríssima a Luana Brito, que brilhou em Paris com toda a delegação brasileira, que foi recordista mundial, que conquistou medalha de ouro no campeonato mundial, e que vai conquistar 1 medalha de ouro lá em Los Angeles pro Brasil eu tenho certeza. Ilustríssima Rosinha da DEFhal, deputada Rosinha, representando aqui o CBCP nosso Comitê Brasileiro de Clubes Paraolímpicos, Fábio Araújo, ilustríssimo Fábio, grande amigo, secretário nacional do Paradesporto, Lindberg é sempre prazer Lindberg estar com você, Daniel Brito responsável pela comunicação do comitê brasileiro, estou vendo aqui o Felipe Dias, Felipe que fez parte, que faz parte né do Projeto Paraolímpico, muito importante também no desenvolvimento dos nossos esportes sobretudo do ALTERN que agora conquistou 2 medalhas de ouro, tenho certeza da felicidade do Filipe porque ele sabe que ele contribuiu pra esse desenvolvimento e pra essa evolução do esporte. Senhoras e senhores, deputado primeiro eu quero agradecer pelo convite, é sempre 1 honra e sempre 1 alegria estar na casa do povo, que é a Câmara dos Deputados, onde aqui nós temos a criação das leis fundamentais pra nossa sociedade. Então é sempre 1 grande alegria e sobretudo aqui na Comissão de esportes, aqui são realizadas grandes discussões que contribuem pro desenvolvimento e pra evolução do esporte brasileiro. Com relação ao comitê para o aluno brasileiro, a gente finalizou esse ciclo, na realidade é ciclo mais curto, ciclo de 3 anos né, o mundo esteve parado aí por 2 anos ao longo da pandemia, a maior tragédia da nossa história contemporânea. Então, a gente encerra esse ciclo mais curto, mas particularmente esse projeto. Aliás Aliás quero cumprimentar também meu amigo Weber Magalhães que tive a felicidade aí de de revêlo depois de algum tempo, Weber prazer também te encontrar. Como eu dizia o ciclo mais curto, e pra nós né 000A gente encerra projeto né, ciclo de projeto, que na realidade foi projeto de 7 anos, mas no final das contas foi de 5 por conta exatamente da pandemia. Então, importante trazer a Ediberg aqui, como relato, exatamente a esse projeto desde a sua concepção, que na realidade foi 2017. O Brasil teve realmente 1 evolução significativa né ao longo desse período, o ciclo anterior que se iniciou lá em fevereiro de 2009, dia 14 de fevereiro de 2009, depois com a escolha do Rio de Janeiro, no dia 2 de outubro de 2009, 9, pra assediar os jogos olímpicos e paraolímpicos do Rio, então o Brasil atuou nesses nesses 2 ciclos anteriores com o objetivo de fazer 1 grande campanha, né, nos jogos em casa, que certamente a nossa geração terá bastante dificuldade de acompanhar outro, então o grande objetivo era realmente realizar 1 grande participação no Rio. Naquela época a gente identificou os talentos existentes, realizamos vários projetos pra que o Brasil pudesse realmente ter grandes atuações ao longo do ciclo, e assim foi feito, o Brasil conquistou os paraparaamericanos de Guadararara de Toronto, conquistou o sétimo lugar nos jogos de Londres, e conquistou a oitava colocação no Rio, mas com número recorde de medalhas, 72, 14 medalhas de ouro, né, o o Felipe inclusive que eu fiz referência, esteve presente, né, na construção de todo esse projeto, dessas campanhas vitoriosas, e em 2017 a gente inicia esse esse novo projeto. Quando a gente chega em 2017, a gente identificou que realmente o Brasil fez 1 grande campanha ao longo desses 2 ciclos anteriores, mas que basicamente a gente chegou no limite, com a estrutura que nós tínhamos, porque basicamente o CPB atuava, exceto a Polorilippedo Escolar, que era evento de fomento, é evento pra base, a gente basicamente atuava com alto rendimento, realizava as competições do nosso circuito caixa enfim, e os circuitos de tiro de autofiles que eram os nossos esportes, repassavam os recursos pras confederações, e depois identificávamos esses atletas nas competições e conformávamos as delegações brasileiras, ou seja, a gente selecionávamos os melhores e a partir daí trabalhávamos esses atletas com vários programas, Projeto Ouro e vários outros programas, com o objetivo exatamente de potencializar o máximo material humano existente. E aí em 2017 a gente chega à conclusão de que essa lógica de desenvolvimento esportivo tinha se exaurido, e que com a mesma lógica dificilmente a gente seguiria avançando. Juntamente com essa percepção, nós tivemos também advento da inauguração no dia 23 de maio de 2016 no nosso Centro Paraolímpico brasileiro que hoje é o maior centro paraolímpico das Américas, 1 das maiores estruturas esportivas eminentemente paraolímpicas do mundo certamente entre as 3, 4 maiores e melhores estruturas do mundo para a prática do esporte paralímpico, treinamento e competições, lá a gente tem capacidade de atender até 20 esportes. Então considerando tudo isso, no CT a gente fez esse primeiro contrato no dia 23 de maio de 2016, depois renovamos por mais 6 anos ao final de maio de 2017. Em outubro, pro dia 20 de outubro a gente celebra o o vínculo que estava vigente até o mês passado, que garantia ao CPB a gestão do do CT por 5 anos renováveis por mais 5. E agora, a gente assinou a renovação com o governo do estado de São Paulo por mais 35 anos até 2059, o CPB será responsável gestão daquelas instalações. Bom, 1 vez a gente tendo firmado esse contrato com o governo do estado, nós tomamos a decisão de levar a sede do Comitê Paraolímpico, que até então era em Brasília, pra São Paulo, e aí a partir dali construímos o nosso planejamento estratégico que que na realidade será encerrado agora ao final de 2024, inclusive o Zé Antônio aqui, que que foi recentemente eleito pra conduzir o CPB no próximo ciclo, já está juntamente com o Ionso e com o Marcelo que será o nosso CEO, o nosso diretor geral, já estão coordenando o novo plano estratégico e a gente espera que em janeiro esteja concluído, né e esse plano será a bússola que vai conduzir o CPB até os jogos de 1000, de 2020 e 32 na Austrália, como foi o caso desse plano que a gente formulou em 2017, e que nos conduziu até agora os jogos de Paris. E esse plano estratégico ele ressignificou a atuação do CPB. Primeiro, nós trouxemos a inclusão para o centro da missão do CPB, e a nossa missão passa a ser passou a ser promover o esporte para o olimpíada da iniciação ao alto rendimento e a inclusão da pessoa com deficiência na sociedade. E com isso, a gente desenvolveu vários projetos com o objetivo obviamente de detectar talento, mas também de incluir a pessoa com deficiência na sociedade. Programas educacionais como o programa Educação Paraolímpica na Escola, esse programa já foi responsável pela capacitação de mais de 62000 professores de educação física ao longo desses 7 anos no país inteiro. Criamos o festival paraolímpico que esse ano nós na primeira edição reunimos 25561 crianças, e agora com a segunda edição em dezembro, nós devemos passar a 50000 crianças atendidas, é evento que a gente atende crianças com deficiência, e até 20 por 100 das crianças podem ser crianças sem deficiência, exatamente pra cumprir com o objetivo da inclusão. Criemos o programa atleta cidadão, que hoje oferece curso de idioma, oferece várias atividades de capacitação, a gente oferece hoje bolsas de de de universidade né pro ensino superior, são 300 bolsas por ano, a gente agora começou também oferecer bolsa de pósgraduação com o objetivo de fazer com que o atleta esteja preparado né pra pra pra pra competir no mercado que às vezes essa competição é maior até que a competição das caixas esportivas, então a gente avançou muito nesse tema da da da inclusão, com programas que obviamente no final pode contribuir com a formação de atletas, mas a sua a sua seu objetivo primeiro, seu objetivo precípulo é exatamente oferecer cidadania e oferecer inclusão. E nós definimos além de incluir a inclusão no centro do propósito do CPB, nós definimos mudar a lógica do desenvolvimento do esporte paraolímpico, então como eu disse a vocês a gente ia, a gente realizava as competições selecionava, selecionava os atletas e conformávamos as grandes missões. E nós mudamos essa lógica e nós detectamos ali, como eu disse que esse modelo tinha nos levado onde onde ele podia levar, e a gente passou ao invés de esperar esses atletas virem até o CPB, virem pras nossas competições, nós entendemos que nós deveriamos ir até os atletas. E aí a gente começa com esse programa né, o festival também fez parte disso, né, esse ano aqui foram 120, aliás 119 cidades no na primeira edição em setembro e serão 120 cidades agora em dezembro. Nós criamos também o centro de referência, hoje são 74 no Brasil inteiro, mais 28 serão implementados o ano que vem, então nós passaremos da das atingiremos o 100, o 102 centro de referência. Nós criamos em cada centro de referência 1 escolinha de esportes, 1 escola que tem por objetivo atender as crianças especialmente aquelas da rede pública que não tem atendimento na educação, e agora no final, o final desse ano aliás ao final desses 2, a gente concretizou essa estratégia levando competição para as 27 capitais do país. E essas competições, desde a criança de 7 anos, elas elas foram albergadas por essas competições, as crianças de 7 anos do Intercentro, passando pela seletiva dos escolares, as crianças ali com 11 anos, a seletiva do dos nossos eventos nacionais adultos a partir de 14 anos, o universitário, o de de de 000 camping militar, ou seja, a gente levou esporte pra criança desde a criança dos 7 anos até aquele com mais de 60 que faz parte do camping militar, pras 27 capitais ao longo de 4 meses, foi grande desafio, mas que fez muito sentido. E aqui eu faço parênteses aqui, eu sei que dessa comissão sai muitas ações relevantes né, pro futuro do esporte nacional, e a gente detectou ao longo dessa ida pelas capitais brasileiras levando a atividade esportiva, a carência de infraestrutura esportiva. Estados como Rondônia que não tem não tem pistas de atletismo, estado como a capital de 1 de de de Alagoas, Maceió, não tem 1 piscina oficial, Florianópolis a mesma coisa enfim, é várias vários estados né, com estrutura esportiva que foi construída lá pros jogos de 2016, que já estão deterioradas as estruturas, então aqui acho que é ponto de atenção pra essa casa, pensar na infraestrutura esportiva, porque não é possível país ter 1 cultura esportiva sem que haja infraestrutura esportiva, não dá pra formar atleta de atletismo se a gente não tem pista no Brasil, então, entendo que essa essa é 1 grande preocupação do CPB, e eu sei que essa casa pode ser 1 estimuladora de 1 de 1 criação dessa infraestrutura, de modo que a gente possa atender a todos esses, esses atletas, sobretudo esses jovens que podem se tornar grandes atletas. Então a gente concretizou essa essa essa estratégia levando as competições pras 27 capitais, e com relação ao centro de referência, né, que é o projeto mais importante nessa mudança da lógica do desenvolvimento do esporte que a gente decidiu fazer ali a partir de 2000 e e 17. A gente tem a meta de atingir pelo menos a implementação de 1000 e perdão de 560 centros de referência, isso vai vai totalizar aproximadamente 10 por 100 dos municípios brasileiros, e como cada município tem capacidade de atender, cada centro né, tem capacidade de atender 4 ou 5 municípios principalmente em estados com maior número de número de município como é o caso de Minas Gerais com mais de 800, São Paulo com 645, nesses estados é é até mais, é até maior o número de centro de referência que a gente de de de município que a gente consegue atender com a estrutura do centro de referência, então a gente acredita que em 8 anos a gente pode chegar na casa dos 560, e dessa forma, a gente pode ter metade do Brasil conectado numa estratégia de desenvolvimento do esporte paraolímpico. Eu quero inclusive mostrar aqui pra vocês, pouquinho do que foi né do do que é esse projeto, temos vídeo aqui do, de dos nossos centro de referência, pra vocês conhecerem aí do que a gente está, está trazendo. 2019 a gente percebeu a necessidade de ampliar as, eu venho de Venezuela
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