COMISSÃO DO ESPORTE

13 nov. 2024 12:25 às 13:50

Sobre o Evento

Balanço da gestão do Comitê Paralímpico Brasileiro apresentado por Mizael Conrado e outros membros, incluindo discussões sobre atletas e novas lideranças.

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Presidente - Comitê Paralímpico Brasileiro Mizael Conrado
Mizael Conrado

Presidente - Comitê Paralímpico Brasileiro

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Deputado presidente dessa sessão, Augusto Pupio, e prostríssimo amigo presidente do Comitê Parma Brasileiro, José Antônio Freire, ilustríssimo amigo vicepresidente do Comitê Parma Brasileiro, Johnson, do Nascimento Ferreira, exatleta paraolímpico, campeão paraolímpico, campeão mundial, ilustríssima a Luana Brito, que brilhou em Paris com toda a delegação brasileira, que foi recordista mundial, que conquistou medalha de ouro no campeonato mundial, e que vai conquistar 1 medalha de ouro lá em Los Angeles pro Brasil eu tenho certeza. Ilustríssima Rosinha da DEFhal, deputada Rosinha, representando aqui o CBCP nosso Comitê Brasileiro de Clubes Paraolímpicos, Fábio Araújo, ilustríssimo Fábio, grande amigo, secretário nacional do Paradesporto, Lindberg é sempre prazer Lindberg estar com você, Daniel Brito responsável pela comunicação do comitê brasileiro, estou vendo aqui o Felipe Dias, Felipe que fez parte, que faz parte né do Projeto Paraolímpico, muito importante também no desenvolvimento dos nossos esportes sobretudo do ALTERN que agora conquistou 2 medalhas de ouro, tenho certeza da felicidade do Filipe porque ele sabe que ele contribuiu pra esse desenvolvimento e pra essa evolução do esporte. Senhoras e senhores, deputado primeiro eu quero agradecer pelo convite, é sempre 1 honra e sempre 1 alegria estar na casa do povo, que é a Câmara dos Deputados, onde aqui nós temos a criação das leis fundamentais pra nossa sociedade. Então é sempre 1 grande alegria e sobretudo aqui na Comissão de esportes, aqui são realizadas grandes discussões que contribuem pro desenvolvimento e pra evolução do esporte brasileiro. Com relação ao comitê para o aluno brasileiro, a gente finalizou esse ciclo, na realidade é ciclo mais curto, ciclo de 3 anos né, o mundo esteve parado aí por 2 anos ao longo da pandemia, a maior tragédia da nossa história contemporânea. Então, a gente encerra esse ciclo mais curto, mas particularmente esse projeto. Aliás Aliás quero cumprimentar também meu amigo Weber Magalhães que tive a felicidade aí de de revêlo depois de algum tempo, Weber prazer também te encontrar. Como eu dizia o ciclo mais curto, e pra nós né 000A gente encerra projeto né, ciclo de projeto, que na realidade foi projeto de 7 anos, mas no final das contas foi de 5 por conta exatamente da pandemia. Então, importante trazer a Ediberg aqui, como relato, exatamente a esse projeto desde a sua concepção, que na realidade foi 2017. O Brasil teve realmente 1 evolução significativa né ao longo desse período, o ciclo anterior que se iniciou lá em fevereiro de 2009, dia 14 de fevereiro de 2009, depois com a escolha do Rio de Janeiro, no dia 2 de outubro de 2009, 9, pra assediar os jogos olímpicos e paraolímpicos do Rio, então o Brasil atuou nesses nesses 2 ciclos anteriores com o objetivo de fazer 1 grande campanha, né, nos jogos em casa, que certamente a nossa geração terá bastante dificuldade de acompanhar outro, então o grande objetivo era realmente realizar 1 grande participação no Rio. Naquela época a gente identificou os talentos existentes, realizamos vários projetos pra que o Brasil pudesse realmente ter grandes atuações ao longo do ciclo, e assim foi feito, o Brasil conquistou os paraparaamericanos de Guadararara de Toronto, conquistou o sétimo lugar nos jogos de Londres, e conquistou a oitava colocação no Rio, mas com número recorde de medalhas, 72, 14 medalhas de ouro, né, o o Felipe inclusive que eu fiz referência, esteve presente, né, na construção de todo esse projeto, dessas campanhas vitoriosas, e em 2017 a gente inicia esse esse novo projeto. Quando a gente chega em 2017, a gente identificou que realmente o Brasil fez 1 grande campanha ao longo desses 2 ciclos anteriores, mas que basicamente a gente chegou no limite, com a estrutura que nós tínhamos, porque basicamente o CPB atuava, exceto a Polorilippedo Escolar, que era evento de fomento, é evento pra base, a gente basicamente atuava com alto rendimento, realizava as competições do nosso circuito caixa enfim, e os circuitos de tiro de autofiles que eram os nossos esportes, repassavam os recursos pras confederações, e depois identificávamos esses atletas nas competições e conformávamos as delegações brasileiras, ou seja, a gente selecionávamos os melhores e a partir daí trabalhávamos esses atletas com vários programas, Projeto Ouro e vários outros programas, com o objetivo exatamente de potencializar o máximo material humano existente. E aí em 2017 a gente chega à conclusão de que essa lógica de desenvolvimento esportivo tinha se exaurido, e que com a mesma lógica dificilmente a gente seguiria avançando. Juntamente com essa percepção, nós tivemos também advento da inauguração no dia 23 de maio de 2016 no nosso Centro Paraolímpico brasileiro que hoje é o maior centro paraolímpico das Américas, 1 das maiores estruturas esportivas eminentemente paraolímpicas do mundo certamente entre as 3, 4 maiores e melhores estruturas do mundo para a prática do esporte paralímpico, treinamento e competições, lá a gente tem capacidade de atender até 20 esportes. Então considerando tudo isso, no CT a gente fez esse primeiro contrato no dia 23 de maio de 2016, depois renovamos por mais 6 anos ao final de maio de 2017. Em outubro, pro dia 20 de outubro a gente celebra o o vínculo que estava vigente até o mês passado, que garantia ao CPB a gestão do do CT por 5 anos renováveis por mais 5. E agora, a gente assinou a renovação com o governo do estado de São Paulo por mais 35 anos até 2059, o CPB será responsável gestão daquelas instalações. Bom, 1 vez a gente tendo firmado esse contrato com o governo do estado, nós tomamos a decisão de levar a sede do Comitê Paraolímpico, que até então era em Brasília, pra São Paulo, e aí a partir dali construímos o nosso planejamento estratégico que que na realidade será encerrado agora ao final de 2024, inclusive o Zé Antônio aqui, que que foi recentemente eleito pra conduzir o CPB no próximo ciclo, já está juntamente com o Ionso e com o Marcelo que será o nosso CEO, o nosso diretor geral, já estão coordenando o novo plano estratégico e a gente espera que em janeiro esteja concluído, né e esse plano será a bússola que vai conduzir o CPB até os jogos de 1000, de 2020 e 32 na Austrália, como foi o caso desse plano que a gente formulou em 2017, e que nos conduziu até agora os jogos de Paris. E esse plano estratégico ele ressignificou a atuação do CPB. Primeiro, nós trouxemos a inclusão para o centro da missão do CPB, e a nossa missão passa a ser passou a ser promover o esporte para o olimpíada da iniciação ao alto rendimento e a inclusão da pessoa com deficiência na sociedade. E com isso, a gente desenvolveu vários projetos com o objetivo obviamente de detectar talento, mas também de incluir a pessoa com deficiência na sociedade. Programas educacionais como o programa Educação Paraolímpica na Escola, esse programa já foi responsável pela capacitação de mais de 62000 professores de educação física ao longo desses 7 anos no país inteiro. Criamos o festival paraolímpico que esse ano nós na primeira edição reunimos 25561 crianças, e agora com a segunda edição em dezembro, nós devemos passar a 50000 crianças atendidas, é evento que a gente atende crianças com deficiência, e até 20 por 100 das crianças podem ser crianças sem deficiência, exatamente pra cumprir com o objetivo da inclusão. Criemos o programa atleta cidadão, que hoje oferece curso de idioma, oferece várias atividades de capacitação, a gente oferece hoje bolsas de de de universidade né pro ensino superior, são 300 bolsas por ano, a gente agora começou também oferecer bolsa de pósgraduação com o objetivo de fazer com que o atleta esteja preparado né pra pra pra pra competir no mercado que às vezes essa competição é maior até que a competição das caixas esportivas, então a gente avançou muito nesse tema da da da inclusão, com programas que obviamente no final pode contribuir com a formação de atletas, mas a sua a sua seu objetivo primeiro, seu objetivo precípulo é exatamente oferecer cidadania e oferecer inclusão. E nós definimos além de incluir a inclusão no centro do propósito do CPB, nós definimos mudar a lógica do desenvolvimento do esporte paraolímpico, então como eu disse a vocês a gente ia, a gente realizava as competições selecionava, selecionava os atletas e conformávamos as grandes missões. E nós mudamos essa lógica e nós detectamos ali, como eu disse que esse modelo tinha nos levado onde onde ele podia levar, e a gente passou ao invés de esperar esses atletas virem até o CPB, virem pras nossas competições, nós entendemos que nós deveriamos ir até os atletas. E aí a gente começa com esse programa né, o festival também fez parte disso, né, esse ano aqui foram 120, aliás 119 cidades no na primeira edição em setembro e serão 120 cidades agora em dezembro. Nós criamos também o centro de referência, hoje são 74 no Brasil inteiro, mais 28 serão implementados o ano que vem, então nós passaremos da das atingiremos o 100, o 102 centro de referência. Nós criamos em cada centro de referência 1 escolinha de esportes, 1 escola que tem por objetivo atender as crianças especialmente aquelas da rede pública que não tem atendimento na educação, e agora no final, o final desse ano aliás ao final desses 2, a gente concretizou essa estratégia levando competição para as 27 capitais do país. E essas competições, desde a criança de 7 anos, elas elas foram albergadas por essas competições, as crianças de 7 anos do Intercentro, passando pela seletiva dos escolares, as crianças ali com 11 anos, a seletiva do dos nossos eventos nacionais adultos a partir de 14 anos, o universitário, o de de de 000 camping militar, ou seja, a gente levou esporte pra criança desde a criança dos 7 anos até aquele com mais de 60 que faz parte do camping militar, pras 27 capitais ao longo de 4 meses, foi grande desafio, mas que fez muito sentido. E aqui eu faço parênteses aqui, eu sei que dessa comissão sai muitas ações relevantes né, pro futuro do esporte nacional, e a gente detectou ao longo dessa ida pelas capitais brasileiras levando a atividade esportiva, a carência de infraestrutura esportiva. Estados como Rondônia que não tem não tem pistas de atletismo, estado como a capital de 1 de de de Alagoas, Maceió, não tem 1 piscina oficial, Florianópolis a mesma coisa enfim, é várias vários estados né, com estrutura esportiva que foi construída lá pros jogos de 2016, que já estão deterioradas as estruturas, então aqui acho que é ponto de atenção pra essa casa, pensar na infraestrutura esportiva, porque não é possível país ter 1 cultura esportiva sem que haja infraestrutura esportiva, não dá pra formar atleta de atletismo se a gente não tem pista no Brasil, então, entendo que essa essa é 1 grande preocupação do CPB, e eu sei que essa casa pode ser 1 estimuladora de 1 de 1 criação dessa infraestrutura, de modo que a gente possa atender a todos esses, esses atletas, sobretudo esses jovens que podem se tornar grandes atletas. Então a gente concretizou essa essa essa estratégia levando as competições pras 27 capitais, e com relação ao centro de referência, né, que é o projeto mais importante nessa mudança da lógica do desenvolvimento do esporte que a gente decidiu fazer ali a partir de 2000 e e 17. A gente tem a meta de atingir pelo menos a implementação de 1000 e perdão de 560 centros de referência, isso vai vai totalizar aproximadamente 10 por 100 dos municípios brasileiros, e como cada município tem capacidade de atender, cada centro né, tem capacidade de atender 4 ou 5 municípios principalmente em estados com maior número de número de município como é o caso de Minas Gerais com mais de 800, São Paulo com 645, nesses estados é é até mais, é até maior o número de centro de referência que a gente de de de município que a gente consegue atender com a estrutura do centro de referência, então a gente acredita que em 8 anos a gente pode chegar na casa dos 560, e dessa forma, a gente pode ter metade do Brasil conectado numa estratégia de desenvolvimento do esporte paraolímpico. Eu quero inclusive mostrar aqui pra vocês, pouquinho do que foi né do do que é esse projeto, temos vídeo aqui do, de dos nossos centro de referência, pra vocês conhecerem aí do que a gente está, está trazendo. 2019 a gente percebeu a necessidade de ampliar as, eu venho de Venezuela

13 de nov, 15:29