COMISSÃO DE PREVIDÊNCIA, ASSISTÊNCIA SOCIAL, INFÂNCIA, ADOLESCÊNCIA E FAMÍLIA
Sobre o Evento
Comissão discute inclusão da vacina da Covid-19 no PNI para crianças até 5 anos. Participantes incluem deputados e profissionais de saúde.
Transcrição automática
Deputada Júlia Zanata, obrigada pelo convite, demais deputados, boa tarde, e as famílias que estão em casa nos acompanhando. Quando os pais são destemidos, os filhos são protegidos. Quem conhece melhor os filhos do que nós, pais? Esperamos por 9 meses a chegada de nossos bebês. Dedicamos nossas vidas a cuidar, alimentar, educar e amar esses essas pequenas partes de nós, que carregam nossos sonhos e esperanças. O amor pelos nossos filhos é o mais puro e sincero que existe, e é por esse amor que nós tornamos destemidos. Lutamos todos os dias para protegêlos, porque eles confiam em nós para afastar todo o perigo, toda a ameaça. Sou casada há 9 anos, tenho 3 filhos, anjinho que perdi em aborto espontâneo, menino cheio de vida, de 5 anos, e 1 menina encantadora de 2 anos. Desde a minha gestação do meu menino em 2019, sempre busquei fazer o que fosse melhor para os meus filhos. Meu médico orientou a a vacinação gestacional, exceto a da COVID. Nunca me senti segura sobre essas vacinas durante a gestação, decidi proteger nosso bebê que estava se se desenvolvendo em meu ventre, e não tomei nenhuma vacina durante esse período, pois não queria que ele corresse nenhum perigo com essas substâncias que seriam inoculadas enquanto ele ainda estava em desenvolvimento. Mesmo assim tive 1 gestação tranquila e meu filho nasceu perfeito e saudável, como presente divino. Em fevereiro de 2024, levei minha filha com ano e 3 meses para vacinar, foi quando ouvi pela primeira vez a orientação de vacinar contra a Covid 19. Meu coração apertou e eu disse não, foi 1 decisão difícil mas consciente. Para minha surpresa, em junho fui chamada no conselho tutelar, lá ouvi palavras duras ameaças de multas de 3 a 20 salários mínimos por escolher o que acreditava ser melhor para os meus filhos. Não me calei, questionei, busquei informações, procurei ajuda, falei com os vereadores e montei grupo de WhatsApp. Em poucos dias, milhares de pais estavam conosco, compartilhando as mesmas preocupações. Não estávamos sozinhos. No dia 30 de julho, redigimos 1 moção de apoio ao PDL 486 de 2023, da deputada Júlia Zanata, que trouxe visibilidade à nossa causa. Esse foi o primeiro passo para que nossas vozes fossem ouvidas. No dia 18 de agosto, tomamos as ruas em protesto. No dia 11 de setembro, realizamos 1 audiência pública em Guaraniirim, trazendo especialistas médicos e advogados para nos orientar. Pais e mães puderam ouvir informações científicas e médicos do exterior, sobre a vacina do do covid 19, que nos esclareceram muito sobre o o modo de como essa vacina age no corpo, os riscos de efeitos colaterais graves em crianças, essas mesmas informações do qual temos pouco acesso em nosso país, O Brasil é a é o único, país no mundo que obriga os pais a vacinarem seus filhos, e por quê? Quem assume os riscos? Sabemos que a vacina do Covid tem 1290 e efeitos colaterais listados. Será que os agentes de saúde sabem disso? Será que os conselheiros sabem? Alguém já leu a bula? Quem vai se responsabilizar? Em outubro, o posto de saúde me chamou novamente agora para vacinar o meu filho de 4 anos. Mais 1 vez decidi proteger meus filhos, usei a lei ao meu favor, o artigo 15 do código civil lei 10 406 de 2002, diz claramente que ninguém é obrigado a submeterse a tratamentos médicos que colocam a vida em risco. Pesquisei mais ainda, o próprio manual de vigilância epidemiológico aponta riscos. Vacinas podem causar epidemias, suas aplicações simultâneas podem tornálas ineficazes, e nenhuma vacina é 100 por 100 eficaz. Esses são, esses dados são oficiais e então estão lá, mas ninguém fala sobre eles, nem mesmo os fabricantes assumem essa responsabilidade. Por que nós pais seríamos obrigados a arriscar? E é por isso que estamos aqui hoje, esse momento representa muito mais do que 1 luta contra a obrigatoriedade da vacina, representa o direito de sermos ouvidos, de protegermos nossos filhos da forma que acreditamos ser melhor. Reunimos especialistas médicos e advogados de várias partes do mundo para trazer informações sobre esta vacina. Chega de silêncio, não aceitamos mais imposições sem explicações. Nós, pais e mães, temos o direito de questionar, temos o direito de decidir o que é melhor para os nossos filhos. Estamos aqui porque amamos, porque acreditamos, porque queremos futuro livre. Seguro e consciente para as nossas crianças, e esse amor nos uniu para fundar AABC pago, Associação Brasileira Conservadora de Pais e Amigos Pela Vida. Convido cada de vocês a se juntar a nós, porque juntos somos mais fortes. Nossa luta não é apenas por nós, mas por todos os pais que dia enfrentaram essa esses mesmo essas mesmas decisões. Agradeço a cada pai, mãe, médico, advogado e amigo que está conosco, obrigada por acreditarem, obrigada por lutarem, seguiremos firmes porque a nossa missão é grandiosa, proteger quem mais amamos nesse mundo, muito obrigada. Obrigada.




