COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA
Sobre o Evento
Reunião da CCJ discutiu e votou propostas legislativas. Participação de várias deputadas e deputados, incluindo Caroline de Toni e Roberto Duarte.
Deputada
Esquece e nós temos memória porque os fascistas buscam retirar a memória do próprio povo para que o povo não se reconheça na sua própria história e possa modificála e os fascistas não podem fazer com que o povo esqueça que nós tivemos os quartéis sendo ocupados à frente dos quartéis sendo ocupados por pessoas que pediam a intervenção militar, que pediam a intervenção militar, e que havia inclusive o conhecimento por parte do então presidente da república, derrotado pelo povo brasileiro que havia conhecimento de 1 minuta de decreto de 1 minuta de decreto contra o resultado das eleições contra o estado democrático de direito é organização de quadrilha não tem nenhuma dúvida acerca disso e vejam o expresidente da república hoje inelegível Jair Bolsonaro tinha plano de fuga, tinha plano de fuga buscava articular o próprio golpe e na perspectiva 1 possibilidade do golpe fracassar ele fugiria tinha plano de fuga para deixar as outras pessoas responderem pelos atos organizados por ele mesmo ou alguém aqui se esquece do dia 7 de setembro quando ele disse é tudo ou nada é tudo ou nada ou seja estava ali construindo as condições para atacar o próprio supremo tribunal federal e atacar os princípios básicos da própria democracia. Quem age com relação a Rubens Paiva da forma que ele agiu enquanto deputado justifica toda a sua o seu afã de desrespeitar a vontade popular e de se impor se impor usandose de fardas de fardas ou de outros instrumentos de assassinatos políticos inclusive se impor contra a vontade do povo como o representante ou na presidência da república. Então portanto nós estamos vencendo momento muito grave do Brasil. E aqui esta comissão está discutindo como tirar direito das mulheres. E aqui esta comissão está discutindo como rasgar, rasgar o código penal brasileiro, como rasgar a aquilo que está consolidado como instrumento pra preservar a vida das mulheres. Aliás se agrega o que está no código penal deputado Patos, o que já foi decidido pelo próprio supremo, no que diz respeito à gravidez de fetos anacéfalos. Ora o que que se está querendo aqui impor a 1 mulher? Que ela mantenha 1 gravidez até até o fim sabendo que o seu que o feto que ela carrega não vai sobreviver fora do próprio útero está se impondo a mulher que ela saia da maternidade para ir direto ao cemitério. E aqui me dizem que isso é defesa da vida. Dizem que isso é defesa da vida. Retirar o direito das mulheres sobreviverem, quando a manutenção de 1 gravidez representa a perspectiva de que ela venha a óbito, fazer com que as mulheres tenham estupro sem fim. Aliás o mesmo autor dessa PEC é o autor de 1 proposição que tentou impedir a pílula do dia seguinte pras vítimas de violência sexual, ou seja que as mulheres não pudessem ter direito vítimas de estupro as mulheres e meninas vítimas de estupro de ter acesso à pílula do dia seguinte para que não se consolidasse 1 própria gravidez houve proposições nesse sentido nesta casa e eles não conseguem esconder nós já vimos várias falas de parlamentares aqui que dizem nós queremos sim rever o código penal está clara ou está nítida está nítida a intenção rever o código penal e impedir que haja qualquer interrupção legal da gravidez e ali o que que se está impondo? É muita tortura aqueles que defendem o torturador aqueles que defendem o expresidente que dizia que se torturou pouco no Brasil e que cuspiu segundo o neto de Rubens Paiva cuspiu no no no busto ou na homenagem que essa casa fez a parlamentar que foi arrancado da sua condição de parlamentar pela própria ditadura. É preciso que as coisas fiquem nítidas para que se saiba exatamente o que está se discutindo nesta comissão, está se discutindo acabar com qualquer possibilidade de interrupção legal de 1 gravidez mesmo que esta interrupção salve a vida de 1 mulher, mesmo que a gravidez seja fruto de próprio estupro e vejam, não há nenhuma obrigatoriedade de interrupção da gravidez na nossa legislação, as mulheres que quiserem podem continuar a sua própria gravidez mas querem impor 1 condição que nós não podemos aceitar por isso eu vou concluir a minha fala lembrando a fala que aqui já foi dita, criança não é mãe e estuprador não é pai.




