PLENÁRIO
Sobre o Evento
Resumo da sessão plenária de 03/12/2024 com múltiplas intervenções de diversos deputados, incluindo momentos de troca de presidência e votação.
Só antes deixando bem claro o colega Mosquini que acabou de falar que tem 1 PEC circulando entre os colegas que não tem nada de ideológico, apenas define o seguinte, o parlamentar ele é imune pelo que falar na tribuna e pelo que falar em qualquer lugar, isso toda a esquerda todos têm que assinar para valorizarem o seu cargo de parlamentar de deputados federais. Por isso conto com o apoio de todos, então está com 1 grande aceitação. Mas a minha vinda aqui, é com relação ao pacote corte de gastos do governo. Venho a esta tribuna no espaço de fala da liderança do partido liberal para dizer a todos senhoras e senhoras, e à população brasileira, que o chamado pacote de corte de gastos apresentado pelo Governo Federal, é 1 farsa, grande embusté. Tratase de ataque disfarçado a direitos dos trabalhadores, e golpe na educação e em serviços essenciais para a população. Esse pronunciamento não tem viés meramente político dentro de contexto que se convencionou chamar de guerra de narrativas. Já temos os textos que consolidam essa manobra de ilusionismo fiscal. A conclusão é muito simples. O que temos não é pacote de corte de gastos, e 1 mudança de rumo em direção à austeridade fiscal. O que o desgoverno Lula apresenta à nação, é pacote de corte de renda e direitos. Apenas 1 terceirização de responsabilidades. Que caos? O governo, que se diz comprometido com a responsabilidade fiscal, e com a proteção dos mais vulneráveis, apresentou pacote de medidas que não passa de conjunto de sacrifícios imposta à sociedade. Enquanto, gastos descontrolados, do próprio governo, permanecem intocados. Querem exemplo? Comitiva. Lula, para Emirados Árabes. 1 comitiva com 1100 pessoas. Isso é austeridade? Aonde? Por favor. O mínimo de respeito. Militares, servidores públicos, beneficiários de programas sociais e para espanto geral, até doentes com câncer e áudios, prejudicados. Sobrou para todo mundo, menos para o desgoverno que quer se safar, mas não vai conseguir. Todos pagarão a conta da incapacidade do desgoverno de controlar as suas próprias despesas. É gasto exorbitante a todo momento. Desde o primeiro dia, quando o dono esbanja, resolveu ir para os mais caros hotéis de Brasília. Porque não queria ficar no Palácio da Morada, porque tinha tapete manchado. E ela não pode passar por tapete por 1 mancha. E comprou, sofá, de couro, por 65000 reais, que é absurdo. Aí disseram, não, mas esse sofá deve ser de couro de dinossauro. De dinossauro não é. Foi absurdo. O abono salarial, o direito conquistado pelos trabalhadores, terá seu acesso restringido, prejudicando aqueles que mais, que mais precisam. Até mesmo o programa Bolsa Família, que hoje é salário família, caso chefe da política social desse governo, sofrerá com a burocracia e o acesso de controle, criando obstáculos para que o benefício chegue a quem realmente precisa. Bolsa Família, que o governo se orgulha de quanto mais pessoas forem independentes, quanto mais pessoas do Bolsa Família, mais significa a incapacidade desse desgoverno que está constatada nesse pacote que ora se apresenta. Enquanto destiam esse carnaval de veneno e maldades, o governo anuncia de forma irresponsável, patética, populista e demagógica 1 isenção de tributos do imposto de renda, justamente em momento em que a autoridade a austeridade fiscal deveria ser a prioridade. Na eleição, por 100 dos votos faria diferença. O expresidente, com todo o respeito, que tem na sua formação, que é verdade, o ensino fundamental, prometeu na eleição, prometeu na eleição que daria isenção até 5000 reais. Agora comprovou que não vai dar mais, porque se está apresentando no ano que vem e para a valerações em 2026, então se tivesse alguma isenção seria só a partir de 2027. Está desmascarado o desgoverno Lula, por ele mesmo. É tanta confusão que não se entendem nem entre eles. Qual a intenção dessa iniciativa? Nos parece óbvia, atitude marqueteira a partirá do foco da falta de compromisso, com redução real de despesas do governo. A medida é tão inconveniente para o momento, que aparentemente naufragou, pelo menos por enquanto, e vai naufragar. Será que ao aguardar momento eleitoralmente mais interessante? Não terão. É a terceirização da responsabilidade fiscal, com o governo abrindo mão de receitas e transferindo ônus para outras parcela da sociedade. A reação ao anúncio do ministro Haddad, aponta para ceticismo generalizado em relação à capacidade do governo de controlar as contas públicas e promover 1 real redução de despesas. O pacote fiscal apresentado é focado em limitar o crescimento de despesas de outras partes, como militares e beneficiários de programas sociais. E não encurtar gastos do próprio governo. Quem apostou em medidas eficientes, como a revisão de programas obsoletos, subsídios, na redução da máquina pública, no combate à corrupção e à má gestão, ou mesmo em 1 reforma administrativa profunda, justa. E o microfone, por favor, oi presidente, cortaram meu microfone e oi? Oi? Estou sem som? Estou sem som? Oi oi. Aí não dá. Minuto. Aí não dá. Sem microfone não dá. Ainda tem minuto. Não? Agora sim. Presidente, volto ao meu tempo aí, faltava 2 minutos, tenho que ir lá Eu eu coloquei eu coloquei




