COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS, MINORIAS E IGUALDADE RACIAL

3 dez. 2024 11:51 às 15:16

Sobre o Evento

Comissão discutiu e votou propostas legislativas sobre direitos humanos e igualdade racial. Várias intervenções de deputadas e deputados. Fases de votação registradas.

Status
Concluído
ID: 75172Total: 221 discursos
#131
Deputado Helio Lopes
Helio Lopes

Deputado

Transcrição automática

Senhora presidente, esse PL, abre precedente que não é muito bom. O precedente, respeitando o os quilombolas, até porque, olhando aqui pra curtos, não tem como negar a raça. Nós somos Brasil miscigenado. A língua portuguesa. A língua portuguesa, quando vai fazer o exame lá o PNAD, vai fazer os exames lá pra verificar, tem 1 grande dificuldade, na educação, no que diz respeito a aprender a língua portuguesa. Aí quer aumentar esse leque? Aí quero aumentar esse leque. Pra onde tem os quilombolas. A linguagem afrobrasileira. A linguagem afrobrasileira presidente, não tenho professores capacitado pra ensinar em todos os lugares, vai gerar custo muito grande, vai ter que capacitar os professores das universidade pra poder lecionar essas disciplinas. Imagina, com a dificuldade, que não é o ensino integral, o ensino desse governo que é ensino fraco, fraco pra não falar péssimo. Ainda vai ter que colocar, 1 língua diferente, afrobrasileira. Imagina, numa comunidade, tem vários municípios, na região da senhora, é Santa Catarina, Rio Grande do Sul desculpa. Nós sabemos que ali tem municípios, que dentro daquele município, só tem a a comunidade italiana, os alemães, vão achar no direito e têm, após a aprovação dessa lei, de colocar também, é o acrescentar aí, porque já fechou, espero que no outro que no outro acrescente, que não só afrobrasileira, que também os outros idiomas faça parte, façam parte sim, para aprender. Em nenhum, em nenhum momento, eu vejo aqui, nesse PL, aquilo que vocês sempre defendem, a inclusão, por que está incluso só afrobrasileiro? Imagina, o cidadão brasileiro que é 1 terra de miscigenados, alemães, italianos, japoneses, africanos, portugueses, espanhóis. Atrapalhamos. Só presidente, projeto como esse, tem que ser solicitado, à inclusão, de outros idiomas, outros povos. Vamos, eu morei na, não sei se a senhora sabe como militar, eu morei em São Gabriel da Cachoeira, tem gente que fala cabeça do cachorro, na fronteira com a, com a Colômbia numa parte, e na outra tem lá a Venezuela. Senhora presidente, eu imagino assim é no Amazonas, agora aonde tem 1 comunidade indígena todo mundo tem que lecionar o idioma, de acordo com aquela etnia. Isso abre precedente muito perigoso até porque, o pessoal vai falar assim ah o deputado Hélio está falando coisa coisa com coisa não. Quando fala população quilombola, não vieram da África pra cá, só de país. A senhora sabe que não pô. Os descendentes dos bancos, dos sudaneses, tinham canelafino, canela grossa, ia pro pro plantio, o outro pro serviço, mais delicado. Então não tem como falar aqui vamos ensinar aqui vamos ensinar pra vocês aqui qual a qual, que lugar da África você veio? Aí o cara fala não sou aqui eu sou quilombola mas, o meu pai veio de Angola, mas a minha mãe veio de GuinéBissau, o meu pai veio da Costa do Marfim, e a minha mãe, veio de Angola, então projeto como esse tem que pensar na dificuldade que vai ter lá na frente, para executar, qual a eficácia a eficiência de projeto como esse. Eu fico imaginando o professor, perto de se aposentar, com 1 dificuldade de ter que agora ter que ir atrás de 1 língua diferente pra poder passar o conhecimento. Criar projeto como esse não levaram em consideração o professor. Senhora presidente, só terminando aqui, quando eu falei da questão de ordem, 8 7, que o, que diz, que o tempo de líder precede sobre a comunicação de liderança qualquer coisa, ele precede. E aqui diz que, a liderança pode ser concedida a qualquer momento da sessão, não fala qualquer momento da votação, qualquer momento da sessão, inclusive durante a orientação e o encaminhamento de votação, podendo ser somados os tempo. Muita

03 de dez, 16:36