COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS, MINORIAS E IGUALDADE RACIAL

3 dez. 2024 11:51 às 15:16

Sobre o Evento

Comissão discutiu e votou propostas legislativas sobre direitos humanos e igualdade racial. Várias intervenções de deputadas e deputados. Fases de votação registradas.

Status
Concluído
ID: 75172Total: 221 discursos
#141
Deputado Helio Lopes
Helio Lopes

Deputado

Transcrição automática

Se, é ruim né falar assim a senhora prometer né? Eu não dou eu não dou nem continuidade ali. A senhora falar que não deputado o senhor pode ter interferir a hora que alguém começar a ler voto, e falar de outra coisa eu vou, sabe presidente? Não está previsto isso, não está acordado isso. Aqui é 1 comissão de direitos humanos. Indígena não é não? Eu não posso trazer pra essa casa a minha experiência que eu tenho servindo em São Gabriel da Cachoeira, cabeça do cachorro, Amazonas, não posso? Eu não posso falar eu sou eu, olha eu estou eu sou proibido aqui, eu não posso falar do quilombola? Então eu falo afrobrasileiro, aqui é a Comissão de Direitos Humanos e Igualdade Racial, igualdade racial. Não tem regimento que diz que aqui na casa é igualdade racial então tem que mudar o nome. Comissão de direito dos humanos e igualdade daquilo com a oposição. No caso a minha oposição que é vocês né? Estão decidindo senhora presidente, vocês têm a maioria. A senhora, tudo é direitinho, a senhora sabe que eu não, não desrespeito, não desrespeito. Agora, tem regimento. Aqui é a comissão direitos humanos igualdade racial. Se eu quiser ficar falando assim olha, comissão direitos humanos igualdade racial. Comissão eu posso pô. Pode E eu eu eu tenho e o tema assunto é educação afro brasileira. Sim. É isso. Eu não posso falar como descendente, eu não posso falar com acordo dessa daqui, que eu Hélio, eu acho que esse projeto, na intenção de ajudar os afrobrasileiros, ele está prejudicando, outros. Será que eu não posso? Então me dá norte aí pessoal, pra eu não sair desse norte, o que que eu tenho que falar? Afrobrasileiro só, concordo, não concordo. Por quê? Isso aqui é 1 casa do povo. Se eu não puder trazer pra aqui pra essa casa, argumentos, bases, pra dizer porque eu cheguei a essa decisão, se eu chegar aqui e quiser falar de onde eu fui nascido e criado, que é no morro, dificuldade, eu estou contando a minha história de vida ah você não pode contar a história de vida? Eu não estou falando mal de ninguém, estou falando da minha vida pô. Será que tem que onde está essa regra? No regimento não está. Eu não estou fugindo do tema até porque aqui é quilombola. Não estou nem falando como vocês gostam de falar, você está no lugar de fala, quer dizer igualdade racial. Não posso falar? Poxa. Aqui cada cada cada sessão né Na parte de vossa excelência, até que hoje depois eu vou falar sobre isso. Não pode ter 1 regra a cada sessão. Eu estou num tempo aí está falando afro brasileiro. Num tempo de afro brasileiro, no meu lugar de fala, está falando que eu só tenho que falar, o que outro quer. Não entendo isso não. E está no bom até mais que aqui é a casa do povo não, nem que a comissão direitos humanos igualdade racial. E não é não é ser mal educado não. A partir do momento que eu respeito as pessoas, eu posso falar o que eu quiser. E tudo o que eu falar, aonde aquele negão estiver falando, ali está africano. Então onde que eu falar afrobrasileiro, eu posso falar como afrobrasileiro? Não, como afrobrasileiro tem que falar ABCD. Se falar o E não pode, não é o negativo, aqui é a Comissão Direitos Humanos. E olha, no assunto afrobrasileiro, no assunto afrobrasileiro estou querendo colocar regra do que eu devo ou não falar? Por enquanto não, tem outros tema aqui. Tem acontecido nessa casa pessoas a ensinar a ser preto. Poxa espera aí, você, pra ser preto tem que pensar assim assim assim. Eu sou afrobrasileiro, não pô. Não, sou filho de africano, que tem aqui corre aqui no sangue aqui, sangue europeu, corre tudo aqui português, espanhol. Brasil é miscigenado. E quando eu estou falando aqui como afrobrasileiro, como afrobrasileiro, eu não vou nem falar que o senhor gosta de falar e estão no meu lugar de fala não, como afrobrasileiro eu falo o que eu quiser respeitando as pessoas. Não estou falando mal de ninguém, não estou desrespeitando ninguém, não estou gritando com ninguém, pelo contrário, eu estou falando sobre afro brasileiro aí. E eu não estou nem falando que é cor de pele não, porque eu acho que o Brasil, ele é miscigenado. O ensino afrobrasileiro, não pode priorizar só algumas pessoas. Eu não posso criar criar ensino, 1 regra, pra 1 parte, falta 7, criar pra 1 parte, ensino desconsiderando outra. Vou fazer 1 suposição que eu morro do tempero, aonde a minha mãe mora, onde eu fui nascida e criado, aonde chegou a brincar nada entre 2020, 20 e bairro de orgulho. Aí ali é a comunidade quilombola, a escola é no bairro, aí aquela escola vai ter que ter o ensino, afrobrasileiro, porque tem a comunidade quilombola? Não estou falando que lá é quilombola, é isso? Se eu estou entendendo é. Aí tem a comunidade quilombola, às vezes a escola ficar 10 k m, ou vai ter que ou dessa lei que eu não vi, vai ter tem a obrigatoriedade de criar 1 escola dentro da comunidade quilombola. E aonde tem esse curso pra capacitar o pessoal pra poder ensinar, aquilo que os antepassados deles ensinaram. Limguajar, a sua comunicação, ou com alguns fala dialeto, aonde? Aonde que eles vão vão aprender? Aí passou a pessoa professor recém recémaprovado olha você passou vai ensinar o quê? Ah o ensino matemática calma, mas tu, e você português, você história? E se ele, e se ele história, pode, porque eu não quero ser mal educado, aí de repente deixar de falar. Olha, eu não quero ser mal educado, desculpa aí. Pode. Aí a pessoa passa, aí vai lá, mamãe, pai, passei, que é a a profissão digna, e 1 profissão honrada, professores, passou, fez a sua faculdade, com ou sem conta, aí vai falar olha, tem 1 vaga lá na comunidade quilombola. Ah mas você vai ter que ensinar, o afro brasileiro. Isso errou deputado. Não, tem tempo ainda, tanto eu só não quero incomodar aí olha. Não, eu tenho que incomodar o deputado Wellington. Comaleão? Aí a pessoa. Obrigado. Aí a pessoa passa, aí chega, surpresa AA0 que que foi? Você passou, aqui tem 1 comunidade quilombola, mas, pra você ensinar você vai ser obrigado a ter que ensinar aqui, o afro, a linguagem. E sabe que tem tem a diferença nisso aí né? Porque, tem países Costa do Marfim, Costa do Marfim, fala, francês, ou inglês, italiano, Costa do Marfim fala, fala. Angola fala. E aí? Como é que vai ser? Vários países da África com com, com vários idiomas diferentes, com seus dialetos, vão chegar, será que, o o mesmo povo que veio quilombola de Santa Catarina é o mesmo lá do Pará? Se a língua, se quando você pega o português, em algum, que vamos falar, tem gente que fala gíria, outros falam a sua forma de comunicar, no Rio de Janeiro, na Baixada Fluminense, é diferente do de Minas, que é diferente do pessoal de São Paulo, que é diferente do Rio Grande do Sul, que é diferente do Paraná, é diferente de Santa Catarina, é diferente do Espírito Santo, É diferente Mato Grosso, é diferente Mato Grosso do Sul, é diferente de Goiás, é diferente do Distrito Federal. Aí está todo mundo assim quero ver ele falar o nordeste agora. Bahia. Senhora presidente, projetos como esse, tem que ser levado em consideração a ponta da linha. Vamos beneficiar quem tem que ter o conhecimento? Sim, mas tem que capacitar os professores. Você está inventando projeto, sem levar em consideração, o conhecimento do afro brasileiro de quem vai ensinar. Aí tu imagina alguém que está no nono ano? Não agora faz parte. Então pega o primeiro ano, o pessoal quer a escola integral, quer 1 boa saúde, 1 boa alimentação, pra poder ir pra escola e poder concentrar e aprender bem. Não pode, não pode projeto como esse passar por aqui de passagem. Aqui tem que, aqui é 1 casa que tem que ter responsabilidade com custo, com a eficiência, com a eficácia, não é assim, quilombola. Quilombola, tem toda parte do Brasil? Não, mas aqui é o quilombola agora, você tem que ser o afro brasileiro, eu não vi no projeto, quais são os dialetos, qual vai ser a forma de comunicação, o que que vai ter que ser falado, o que que como? Tem que botar aí olha, nas universidades, vão ter que entrar, vão fazer parte também de mais, duma cadeira lá, de maneira que tenha conhecimento diverso. Até porque não sei se ensina na faculdade. Todos os dialeto, que se ensinam, que que tem que levar, para hoje, moradores, da unidade quilombola. Eu fico imaginando, 1 mãe, 1 mãe, vai ver o filho e vai falar poxa, o meu filho, não está, aprendendo corretamente português, E estão levando ensino da língua afro brasileira, e não se preocuparam com o tempo de capacitar os professores. Os professores, professores, discutem aqui, vocês vão ser os mais prejudicados, que estão colocando aqui obrigatoriedade, de você começar a lecionar aquilo que você fez concurso e não estava previsto. Há requerimento sobre a mesa? Sobre a mesa o requerimento pra adiamento

03 de dez, 16:48