PLENÁRIO

4 dez. 2024 11:04 às 19:41

Sobre o Evento

Resumo da sessão do dia 04/12/2024: Várias trocas de presidência entre os deputados, com muitos participantes fazendo breves comunicações e votações.

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Transcrição automática

Senhor presidente, deputadas e deputados, trago aqui a posição do PSOL em relação a essas medidas, e não apenas esse projeto de lei complementar, que o governo traz, na undécima hora, depois de longas conversas, está correto o presidente Lula de consultar diversos ministérios, preocupado em não cortar sobre os mais pobres, mas é o que vai acontecer se aprovadas essas medidas. Trago aqui também nossa posição que não se trata de nenhuma retaliação às exigências do supremo tribunal federal sobre as emendas parlamentares. No geral, corretas transparência, identificação, rastreabilidade. Queremos dizer que esse PLP, em específico, ele na verdade, aperta ainda mais os arroxos, os torniquetes do arcabouço fiscal. Hoje saiu 1 pesquisa aí dizendo que 90 por 100 dos agentes do mercado financeiro reprovam o presidente Lula. Que bom hein? Porque a gente pra falar de equilíbrio orçamentário tem que falar de justiça tributária, tem que falar de programas sociais alentados e continuados, tem que falar de crescimento sustentado do salário mínimo, tem que falar do benefício de prestação continuada, Tem que falar, enfim, de políticas que enfrentem o problema mais grave desse país, que é a desigualdade social. Tem que falar do capital produtivo, o capital agrário, o capital industrial, o capital Mercantil, e não o capital especulativo e o capital financeiro. Esse ente sinistro, o senhor Mercado Faria Lima, não deve orientar nossas posições. A gente não deve votar aqui pra acalmar o mercado, mas sim pra fazer o país avançar. E essas propostas não são insuficientes porque a rocha pouco cortam poucas despesas sobre os mais pobres. São equivocadas porque atingem exatamente os mais pobres. Esse é o velho jogo ultra neoliberal, e é 1 contradição muito grande do em relação ao programa que elegeu o presidente Lula. Nós não queremos criar novos gatilhos em casos de déficit do do do déficit primário. Nós não queremos operar na lógica do ajuste Portanto nós entendemos que não há urgência pra esse tipo de ajuste que é injusto e que só grava os que mais precisam do Estado e dos programas sociais. Vamos cortar lá em cima, e não deixar pras calendas isso.

04 de dez, 21:24