PLENÁRIO
Sobre o Evento
Resumo da sessão do dia 04/12/2024: Várias trocas de presidência entre os deputados, com muitos participantes fazendo breves comunicações e votações.
Deputado
Presidente Pompeu, pra reiterar a posição do Partido Socialismo e Liberdade, quanto à votação da das urgências aqui dessa noite do chamado ajuste fiscal. Queremos lembrar que esse projeto de lei, que teve apenas 10 votos a mais do que os necessários regimentalmente pra ganhar a urgência e ser apreciado semana que vem, onde iremos fundo na discussão de mérito, ele contrasta com o que está dito frequentemente. O PIB que pode chegar a 3.3 por 100 de crescimento, dos maiores do mundo, o desemprego caindo, o emprego com carteira assinada crescendo, as contas externas equilibradas, o grau de investimento que as empresas de risco, o risco do capitalismo sempre proclama que o Brasil está recuperando. E no entanto, esse projeto é de lei e por isso houve tanta resistência até o líder do governo se enganou talvez comovido pelo caráter negativo que esse projeto de lei traz. Ele altera a política de valorização do salário mínimo. Como a nossa deputada Talíria destacou, foi carrochefe importante dos 2 governos Lula, no início da década de 2000, que permitiram a sua eleição, a reeleição, e a eleição de Dilma, a reeleição. Agora vai se reduzir o crescimento. Ah, bom, no tempo do Bolsonaro era 0. Mas a gente não deve se contentar com pouco no que se refere ao que já é mínimo. Também esse projeto de lei, ele estabelece limitações ao benefício de prestação continuada. E, ao Bolsa Família. Fazer 1 atualização, pente fino, tudo bem, mas ele na prática vai reduzir a concessão do Bolsa Família, que é programa social importante. Assim como o próprio ProAgo vai sofrer reduções. Por isso, nós entendemos que esse ajuste fiscal está na moldura do liberalismo puro e duro, entra em choque com o próprio programa que elegeu o presidente Lula, ao contrário do anúncio que essa Câmara não quer apreciar, nem o Senado, de isenção de imposto de renda para quem ganha até 5000 reais. Então olha, a injustiça continua e o trabalhador vai pagar o preço.




