PLENÁRIO

10 dez. 2024 11:03 às 20:50

Sobre o Evento

Sessão da Câmara com diversos deputados interagindo. Inclui votações e trocas de presidência.

#237
Transcrição automática

Quando a gente fala em segurança pública, e eu tenho experiência como advogado na área do crime, e por ter integrado aqui 3 CPIs, a CPI do Narcotráfico, a CPIMI do roubo de carga e a CPI do sistema prisional. As 3 estive na linha de frente, ao ponto que cunhei 1 frase dizendo na CPI do sistema prisional, hoje o preso está contido, amanhã estará contigo. Lá atrás eu dizia isso e era verdadeiro, só que hoje, essa frase já está superada. Hoje o preso está contido e está contigo. Porque ele está contido no presídio, e está contigo lá fora, comandando as facções ou as facções sobre as suas ordens agindo. Então nós precisamos prestar atenção. Se quiserem bons médico estão no hospital, bons professores estão nas universidades, bons jogadores de futebol dos clubes, grandes bandidos, via de regra, nas facções, que dominam as cadeias. O poder público perdeu o controle das cadeias para as facções, que mandam no sistema prisional, e alimentam e retroalimentam o crime. Então nós precisamos inverter essa lógica, de que maneira? Bom, no mínimo identificar quem são essas facções, aliás, primeiro, deveria cada presídio ser administrado de tal maneira que o Estado tivesse o controle, e que o preso fosse preso e obedecesse as regras do presídio, e não o Estado obedecendo a regra dos presos, se submetido ao esquema, lamentavelmente de crime das facções. Por isso, o poder público, além, a regra, tem que diagnosticar, e pra fazer o prognóstico tem que ter diagnóstico, pra ter a solução, o remédio, tem que saber qual é a doença, e a doença que está na segurança pública, exatamente, nos faccionado. O Estado tem que se apropriar, cruzar informações, informações estaduais, informações nacionais, informações do presídio, Ministério Público, sistema prisional, ou seja, precisa saber quem é quem, até pra poder responsabilizar cada Ou nós nos apropriamos dos presídios, o poder público toma conta dos presídios, ou então os presídios definitivamente serão entregue pras facções. Por isso temos que enfrentar as facções, de que maneira? Fazendo exatamente a identificação quem são os faccionados, o que fazem, onde estão e os crimes que. Quem são os condicionados? Onde estão os crimes que comete? A quem eles obedecem? Qual é o time? Dá nome pros bois, ver quem é quem. E o Estado tem como fazer, pode fazer, mais do que isso deve fazer, e se não fazer, vai perder o trem da história, vai perder para os bandido, vai perder para as facções que cada dia estão pior, mais mais violentas e mais organizado. Nós temos que se organizar também. Em seguida

10 de dez, 19:32