PLENÁRIO
Sobre o Evento
Sessão da Câmara com diversos deputados interagindo. Inclui votações e trocas de presidência.
Deputado
Presidente senhoras deputadas, senhores deputados. No dia 10 de dezembro de 1948, a assembleia geral das Nações Unidas, proclamou a declaração universal dos direitos humanos, que entre outros itens, outros conceitos, proclama que todo ser humano nasce livre e iguais em dignidade e direitos. A proclamação foi feita pós Segunda Guerra Mundial. Era 1 resposta aos horrores que a guerra produz, de injustiça, de violência à carnificina que se produziu naquele ambiente de conflito, de guerra. Vários outros, direitos, direito à liberdade, direito à, o salário, a emprego, direitos sociais, tudo isso foi proclamado na declaração. Nenhuma discriminação, por orientação religiosa, racial, de gênero, tudo isso está lá. Nessa trajetória de 76 anos, nós temos que fazer 1 reflexão, e concluir que é preciso continuarmos afirmando os direitos dos seres humanos. A violência não cessou. Vivemos mais 1 vez ambiente de guerra, de intranqüilidade, de conflitos, de toda ordem no mundo. A fome não foi erradicada. Aqui no Brasil medidas têm sido adotadas, medidas recente, que afirmam a luta para combater a fome, mas ela ainda está presente em diversos ambientes no planeta. A discriminação sexual, a violência que afeta tantas pessoas, dados falam em 11000000 no mundo. Então, nós precisamos fazer esta reflexão sobre a necessidade de continuarmos defendendo os direitos humanos, os direitos das pessoas viverem com decência, com dignidade, sem esse medo que assola, inclusive em função da violência. A violência que atinge as populações mais pobres, a violência praticada pelo Estado, a violência policial que assistimos todos os dias acontecer no nosso país. A proteção social, nesse momento que se debate, aqui no próprio congresso, a preservação de direitos absolutamente elementares, senhor presidente, como o direito a benefício de prestação continuada, nós precisamos preservar esse como direito absolutamente inalienável, que não pode haver nenhum descuido para a proteção. Portanto, viva a declaração dos direitos humanos e que a gente possa tomar atitudes concretas para superar tanta discriminação que ainda preserva na nossa sociedade.




