PLENÁRIO

16 dez. 2024 14:04 às 19:35

Sobre o Evento

Sessão plenária com diversas intervenções de deputados, mudança de presidência e votações conduzidas por Arthur Lira.

#91
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Senhor presidente, 2 questões, 1 trazida aqui pelo deputado Glauber Braga, mas a partir de 1 matéria recém subida, no site da revista Piauí, que nos diz respeito, sobre como se pode, açambarcar emendas de comissão, as famosas emendas parlamentares, que passaram a ser o elemento fundante dos nossos mandatos, inclusive na demanda popular, o que é a meu juízo 1 desvirtuamento. O nosso mandato é pra legislar, fiscalizar o executivo qualquer que seja inclusive dos nossos partidos, e estimular a organização da sociedade, a cidadania horizontal. Mas agora, só se fala de emenda, mesmo no conceito popular. Batem à nossa porta desde o início de cada ano pra pedir emenda porque houve 1 parlamentarização do orçamento, e cada vez mais o orçamento da união passa a ser em boa má parte do Legislativo. Agora, ainda assim, a cobrança corretíssima do Supremo, por iniciativa do ministro Dilma, mas assumida pelo conjunto dos ministros da suprema corte, de transparência, rastreabilidade, plano de trabalho, indicação de autoria, ela continua sendo desrespeitada. Quando você suspende e antecipa o final do trabalho das comissões no ano de 2024. E aí, com o apoio de 17 líderes, que deviam vir aqui se explicar por que que assinaram esse apoio. Sobre a liderança do presidente Arthur Lira, se destinam valores altíssimos, e muito boa parte deles para o estado de Alagoas, não por acaso do presidente da casa, é cambalacho equivocado, algo que não soma para defesa da nitidez e da equanimidade e da transparência das emendas parlamentares. Que estão ainda que desejadas por grupos setores da população, até ministérios vêm bater a nossa porta pedindo emendas parlamentares, mas há conceito mal de que nós parlamentares, nós deputados e senadores, encaminhamos mal esse processo. Acaba gerando 1 capa de suspeição muito negativa, de exclusivismos, de nutrição de currais eleitorais, de perspectiva sobretudo pra reprodução de mandatos, isso é péssimo para a democracia brasileira. E por fim, espero que ninguém deseje criar partido de viés fascista ou nazista no Brasil. Esses vetores, antiquados, são mais decreptos do que a ideia de segurança nacional, golpe, ataque ao inimigo interno, ressuscitar o fantasma do comunismo e outras aberrações que cotidiano. Isso de partido neonazista ou neofarcista, não está com nada e nós devemos resistir com todas as nossas forças. Obrigado

16 de dez, 20:36