PLENÁRIO
Sobre o Evento
Sessão plenária com diversos deputados, troca de presidentes e várias votações.
Deputado
Nós entendemos que 1 reforma tributária, pela composição inclusive do Congresso Nacional, ela fica vulnerável a 1 miríade de interesses diversos, nem todos legítimos. Vejamos por exemplo, a questão dos chamados defensivos agrícolas. Ali nós temos isenções e facilitários pros agrotóxicos. A lista foi ampliada no Senado a limites estratosféricos, 1 amplidão absolutamente questionável. Entretanto ali estão também os biofertilizantes, que merecem esse apoio nosso. Vejamos a questão de armas e munições, que sempre defendemos que estivessem no imposto seletivo. No entanto, nem aqui na Câmara e nem no Senado, embora a comissão de constituição e justiça tenha aventado isso, lá no Senado, acabou acolhendo essa medida que vai contra a cultura nefasta do armamentismo, tirando o monopólio do uso da força que defendemos para as autoridades policiais, as forças armadas, legitimamente constituídas para isso. Então nós estamos num universo muito difícil e discutimos desde benefícios à mineração, com a sua extensão e o seu caráter muito muitas vezes degradante da natureza, até o biscoito de maisena. Então, nós falamos inclusive com o relator sobre pessoas com deficiência, que o ministro, secretário do Ministério da Fazenda Bernardo Uap, concordou, em não digamos beneficiar, mas garantir certos direitos. E no entanto, não houve a comunicação adequada sequer com o relator Reginaldo. Então fica complicado. Ele disse nisso tem razão, se abrir voto complementar para acrescentar outras demandas, muitas delas justas, vai abrir 1 porta muito ampla, onde poderão entrar os lobbys, os mais diversos. Portanto, a matéria é complexa, Reginaldo Lopes, melhorou o que veio do Senado nesse contexto.




