PLENÁRIO
Sobre o Evento
Sessão plenária com diversos deputados, troca de presidentes e várias votações.
Deputado
Senhoras deputadas e senhores deputados, pra nós, pra lógica neoliberal. Sem essa lógica sempre trata os servidores públicos como inimigos das contas públicas. E eu quero dizer que só é 1 falácia e isso é errado. E este é dos principais motivos pelos quais o pessoal se posicionou contrário a este projeto de lei complementar, que agora estamos discutindo. Notem, este é projeto que tenta reforçar o arcabouço fiscal, o qual nós já votamos contra. E a partir de 3 elementos. A contenção, a inclusão no na lógica do arcabouço de novas regras da seguridade social, aquelas que atendem aos mais pobres, e esse assunto será melhor debatido no dia de amanhã. A questão dos benefícios tributários, onde sim, deve haver algum nível de contenção à farra que acontece aos benefícios tributários. E finalmente aos servidores públicos. Algo que eu pergunto ao governo que apresentou esse PLP, por que juntar esses 3 temas num mesmo projeto? Porque se de lado nós devemos de fato mexer na farra dos benefícios tributários, e a emenda apresentada pelo deputado Rogério Correia Lindberg, caminho nesse sentido, do outro lado continuar dizendo que são os servidores que têm que pagar a conta de 1 lógica fiscal que isenta a farra dos juros e da dívida pública, e a rocha, o salário dos servidores, isso está errado. E ainda quero dizer mais deputado Ivo Valente, já circulam aqui por esse plenário notícias de que a limitação dos super salários vai sair da desse pacote. E aí vejam, vai sair da PEC. Olha o que está acontecendo. Na hora que a conta apertar, na hora que o déficit chegar, não são aqueles servidores que encontram formas de burlar o teto remuneratório, que colocam penduricalhos e privilégios em cima do outro, pra ganhar salários enormes que pagarão a conta. Será o professor, a enfermeira, o médico, a assistente social, será o trabalhador administrativo, o trabalhador da segurança pública, que muitas vezes está há anos sem ter nenhum reajuste, sem ter plano de carreira, que possa legitimar a sua doação ao serviço público de tudo o que fazem pra garantir os direitos da população. Servido é público, não é inimigo da conta pública. Ele é aquele que garante o direito da população, e ele deve ser preservado e não deve pagar a conta. Para




