PLENÁRIO
Sobre o Evento
Sessão plenária com troca de presidentes e várias intervenções de deputados. Focos em votações diversas.
Deputada
Eu quero saudar aqui os meus colegas pessoas com deficiência que estão ali César eu estou aqui sejam todos bemvindos no mercado. Quando a gente fala de pessoa com deficiência a gente tem que entender que a gente está falando de de direitos humanos, presidente, foi toda 1 longa construção pra convenção internacional de direitos pra lei brasileira da inclusão. Nada sobre nós sem nós é o lema deles, e quem quer defender o direito das pessoas condensente respeitar esse lema. Em segundo momento eu li o projeto do governo inicial que chegou aqui, o deputado Bulhões fez excelente trabalho, trabalho uruguio de tentar corrigir, mas ele não vai conseguir corrigir o que não é possível de correção, deputada Maria do Rosário. No relatório, o governo o o relator menciona que se preocupa com o número excessivo de casos de BPC que não seria orgânico. E eu fui pesquisar o porquê que aumentou o número de concessão do BPC? Porque aumentou a longevidade da população. Porque por exemplo no Rio de Janeiro, o processo se tornou mais célere, e as pessoas conseguiram o benefício com mais agilidade. Porque por exemplo em Roraima, tem monte de imigrantes da de vindos da Venezuela que estão fazendo uso do benefício e que tem toda a nossa solidariedade e assim tem que fazer. Então eu não consigo imaginar que, esse esse aumento seja por culpa das pessoas e por fraude. Se há fraude, nós temos que corrigir. A fraude que existe no auxílio do Bolsa Família e no Auxílio Brasil, não exige 1 perícia técnica como a perícia do INSS exige pra concessão desse benefício, seja na via administrativa e seja depois no judiciário. E o poder e ao argumento de que o poder judiciário está dando que o INSS se não dá. Repito, a perícia nos 2 casos, quando pros auxílios que podem ser objetos de fraude em maior volume, não tem perícia alguma. Preciso dizer que a hoje o critério é renda mais deficiência. Vamos estar mudando para renda mais deficiência grave e moderada, que impeça a pessoa de trabalhar, como se a gente não soubesse a realidade dessas pessoas que não conseguem ter muitas vezes as cotas cumpridas pelas empresas e não tem os seus como obter o seu trabalho e o seu próprio sustento. Veja também com cautela aqui, que o relatório remete pra CID, quem conhece toda a história das pessoas com deficiência não concorda com isso. Isso aqui ficou no passado, nós estamos no critério do biopsicossocial e da funcionalidade. E ele dá E ele dá prazo para que o governo apresente. Eu na comissão de pessoa com deficiência, presidente Benedito Rosário, só eu, já chamei 3 vezes Ministro dos Direitos Humanos aqui pra mostrar cadê esse relatório da biopsicos, da avaliação biopsicossocial unificado. Quando era pouquinho antes do do tempo da pandemia, a Ministra Damares começou a fazer esse trabalho, fez 1 prestação de ação de relatório, o novo governo, pelo jeito não quis considerar nenhum trabalho daquele que foi feito, começou trabalho do 0 e passaramse 2 anos de governo e não tem essa avaliação biopsiquisocial. E vocês acreditam que daqui a ano o governo vai implementar agora por causa dessa lei? Creio que não. Então por todos esses motivos presidente, a gente está votando projeto que vai dificultar muito a vida das pessoas, a deficiência leve vai ficar de fora, muitas famílias vão passar fome porque tem algumas que estão fazendo uso errado disso. Então vamos atrás do uso errado disso. A biometria presidente talvez não seja a melhor saída, nem o TRE, o presidente Mania dos ares, tem biometria disponível no Brasil inteiro. Então é muito oneroso, é cruel e eu conto com o voto dos meus pares pra que a gente não aprova a espera. Deputada Rosângela Moro com a palavra, o deputado Gilson Daniel. Vossa excelência está inscrito na discussão deputado. Senhora presidente




