COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO
Sobre o Evento
Audiência debate implicações da DPF 635 sobre segurança nas favelas. Críticas à letalidade policial, aumento da criminalidade e poder das facções. Autoridades defendem atuação policial e necessidade de endurecimento das leis. Presença de representantes da sociedade civil destaca impactos negativos da DPF na economia e segurança. Encontro conclui com apelos pela revisão da DPF e fortalecimento das políticas de segurança.
Presidente - Sindicato das Empresas de Transporte Rodoviário de Cargas e Logística do Rio de Janeiro - SINDICARGA
O Presidente do SINDICARGA destacou a importância do Rio de Janeiro como hub logístico do Brasil, mencionando sua posição geográfica e os impactos da segurança pública na economia local. Enfatizou que a sensação de insegurança afastou indústrias, resultando em perda de empregos e arrecadação. Embora o roubo de cargas tenha diminuído em números absolutos, a dinâmica do crime mudou, tornando-se mais vantajosa com o roubo de cargas de alto valor. Ressaltou que o crime organizado está se fortalecendo, afetando diretamente a população e as empresas. Reforçou a mobilização do setor produtivo contra a ADPF que limita a atuação policial, argumentando que representa apenas interesses do crime e não da comunidade. Concluiu pedindo sensibilidade da Suprema Corte para os efeitos prejudiciais da ação.




