
O Secretário de Segurança do Rio de Janeiro destacou o aumento significativo das operações policiais, justificando essa ação pela excepcionalidade da situação no estado. Ele ressaltou que a presença de criminosos armados e a insegurança em comunidades exigem respostas imediatas da polícia, comparando a atuação em diferentes áreas da cidade. Afirmou que o estado deve manter o monopólio da força, garantindo que as forças de segurança atuem em todos os locais, sem permitir que o controle seja transferido para os criminosos.
O Secretário de Segurança do Rio de Janeiro destacou sua missão de defender a segurança pública no STF, abordando a ADPF que alega inconstitucionalidades no estado. Ele reconheceu a existência de violações de direitos fundamentais, mas atribuiu a responsabilidade a organizações criminosas, não às forças de segurança. O secretário enfatizou que a polícia atua para garantir esses direitos e que a letalidade das operações é baixa, defendendo que as operações não devem ser limitadas sem a consideração do contexto. A preocupação com o cerceamento das operações policiais foi mencionada, destacando os impactos negativos sobre a segurança pública no estado.
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