COMISSÃO ESPECIAL DA POLÍTICA NACIONAL PARA PESSOAS COM AUTISMO (PL 3080/20)
Sobre o Evento
A comissão debateu a viabilidade da Política Nacional para Pessoas com Autismo, enfatizando a necessidade urgente de financiamento federal e estadual aos municípios. Parlamentares, gestores municipais e especialistas destacaram o subfinanciamento, a carência de profissionais e a judicialização como gargalos, defendendo a expansão de centros especializados, transparência na aplicação de recursos e maior integração federativa para garantir um atendimento contínuo e eficaz.
Prefeito de Campinas e Presidente da Comissão de Saúde da Frente Nacional de Prefeitos - Prefeitura de Campinas e Comissão de Saúde da Frente Nacional de Prefeitos
É... Aqui em Campinas... Nossa. Já foi na minha gestão, nós criamos um centro... de atendimento à pessoa com espectro autístico. O primeiro gargalo, que eu diria, ter recursos, eu queria construir mais três, quatro, cinco centros desses, um em cada região dessa. cada centro desse é um atendimento multiprofissional. Claro, nós temos convênios com entidades que dão atendimento às crianças com transtorno espectro autista. Eu poderia triplicar a quantidade de vagas atendidas se eu tivesse mais recursos. O modelo que nós temos é um modelo que está funcionando bem. Só para o senhor ter uma ideia, deputado, nossa cidade tem 1 milhão e 200 mil habitantes, e 20 a 38% do atendimento não é da cidade de Campinas. 20, 25 na média e 38, por exemplo, o atendimento neonatal, atenção neonatal, que a UTI neonatal de Campinas, pago por 75% por dinheiro do município, atende 38%, é depois de exportar os picos é da sazonalidade então por exemplo nosso centro especializado que a gente quer ir tá indo muito bem multiprofissional é eu vou eu a proposta que eu tenho é criar um centro desse em cada região Tem necessidade, mas cada centro vem lá a contratação de tantos profissionais, de tantos psicólogos, neurologistas, fisioterapeutas, terapeuta ocupacional, tudo isso. Então, assim, para a gente, em Campinas, nós temos um modelo que funciona. o que eu gostaria é de multiplicá-lo por três, quatro, cinco, seis Agora, isso há necessidade. Nós temos entidades... que tem conveniados com o município, que é a Adacamp, né? Quem que é? Qual que é? - Cestalose. - Cestalose, Adacamp, APAI, Adacamp, que todos têm um atendimento que inclui também as crianças com os back-to-artistas, que eu gostaria de triplicar o atendimento para eles. triplicar o convênio. Então, quando eu falo, é nesse sentido. A gente tem uma estrutura que eu gostaria de multiplicar por 3, 4, 5. Se você coloca, por exemplo, uma cidade com 1.200.000 habitantes que atende em média 20, 25% da saúde fora, a mesma coisa se a cidade tivesse 1.200.000 habitantes mais 25% seria um milhão e setecentos de habitantes. Então, assim, é a realidade que a gente, quando nós falamos, que há necessidade de aumentar, discutir o financiamento, discutir o custeio, é porque é uma realidade que o prefeito enfrenta no dia a dia. Você acha que eu... Eu não falo muito isso, mas igual o senhor, eu sou pai de uma criança autista. eu sei o que essa criança demanda de atendimento a necessidade agora eu Você acha que o prefeito que tem um filho autista chega lá e fala, a prefeitura de Campinas tem um centro desse, vamos multiplicar por cinco? Vamos! Agora nem o custeio desse círculo. Eu chego para o secretário de saúde e pergunto, então, fala quanto centro de saúde eu vou fechar. Então, assim, não é simples. Então, o que eu gostaria de ter... Além de qualificar melhor, tudo é preciso melhorar, não estou aqui dizendo que é perfeito, mas eu gostaria de multiplicar cada região da cidade, tivesse um centro desse. Eu conheço o centro de Minas, lá de Belo Horizonte, deputado. Lá existe uma parceria importante do governo do estado com o município. que ajudem nesse financiamento desse centro. E é uma solução que Minas Gerais encontrou lá, na Guarulhos, que está indo muito bem. Então, esse seria um gargalo que eu poderia multiplicar por 2, 3, 4, 5, esse centro que nós temos lá. Prefeito...




