COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL
Sobre o Evento
A Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional debateu temas sensíveis como a segurança pública, o controle de armamentos e a cooperação internacional. Os parlamentares discutiram projetos sobre a classificação de organizações criminosas como terroristas, ajustes na legislação militar e normas de regulação para colecionadores e atiradores.
Deputado
Agora deu. Primeiro, uma satisfação ter a oportunidade de participar dessa comissão, e o senhor na presidência. meu conterrâneo gaúcho, Bom, primeiro eu queria fazer referência... que a gente tem que... Primeiro, a gente tem que... Te... Muita cautela quando a gente faz uma fala nesse espaço. O que muitas vezes as pessoas querem, alguns querem... diante do cenário, muitas vezes, de insegurança que se tem, tem que resolver, mata todo mundo, elimina todo mundo, porque é assim. Não dá. A gente tem que trabalhar com inteligência. O cenário que a gente tem hoje, que chegamos até hoje, não é fruto do acaso. Talvez, se a gente tivesse dado continuidade ao PRONAS, uma política que foi quando era o ministro Tarso Genro, ministro de Estado, dessa pasta, talvez a gente tivesse consequências. A polícia cidadã, em muitos lugares, a polícia comunitária, em muitos lugares, deu certo. Evidentemente que não era só uma questão de poder de polícia. tinha que vir agregado, em alguns casos vieram, agregados com outras políticas. na área da cultura, da educação, da saúde, da assistência social, ou seja, transversalidade E, ao mesmo tempo, para combater essas organizações criminosas do narcotráfico, tem que fazer aquilo que eu fiz referência aqui há pouco. É inteligência, é coaf, é fazer a rota do dinheiro e de forma cirúrgica. Quando a gente diz que tem que tomar cuidado em relação a equiparar terrorismo com narcotráfico, é porque terrorismo, o olhar é outro, é questão ideológica, é questão política. Não é o caso de uma questão relacionada ao narcotráfico. questão de trabalhar na lógica de terrorismo, me preocupa sobre o que a gente já viu em outros cenários, de dar-se autonomia e autoridade para, dentro daquela visão de que tem países maiores do que outros, autonomia para chegar e invadir e, digamos, fazer o que bem entende, bombardear as comunidades. da Espanha, O que ele disse? Ele disse: "Olha, eu não quero dar apoio a uma ideia de roleta russa". que é o que está sendo feito. O que é que ele... a resposta que ele deu é, se eu quiser baixar os meus aviões aí no teu aeroporto, eu baixo. Quero ver o que você vai fazer. Então, não dá para ser assim. Eu defendo a ideia da autonomia dos povos, da soberania dos países, e é dentro dessa lógica. E essa outra questão, a alusão que foi feita aqui, da questão do master, coisa e tal, a gente tem que, talvez, se pegue naquele... PowerPoint que a Globo usou e que agora se retratou, por quê? Porque os atores principais não tinham posto ali. E os atores principais, a gente via ali Cláudio Castro, a gente via Tarcísio, a gente via Ibanez, a gente via o nosso... colega deputado nicolas e que não apareceram naquele PowerPoint. Então, concordo, vamos ver o que vai desdobrar da delação, se vier. Agora, esse cidadão... O tal do Vorcaro, ele sempre teve lado. E o lado não foi nem do centro, nem da centro-esquerda, nem da esquerda. E acho que nem da direita, ele teve o lado bem definido. E as suas ações, os seus financiamentos foram para esse outro lado. Então, que venha a sua delação, mas vamos ver os fatos, as provas e assim por diante. Obrigado, senhor presidente. Obrigado.




