COMISSÃO DE SAÚDE

7 abr. 2026 10:17 às 12:15

Sobre o Evento

A Comissão de Saúde debateu a retomada das Parcerias para o Desenvolvimento Produtivo (PDPs) como estratégia central para fortalecer o Complexo Econômico-Industrial da Saúde. O foco principal é ampliar a produção nacional de medicamentos e insumos, visando reduzir a dependência tecnológica do SUS e garantir acesso universal à população.

Status
Concluído
ID: 81327Total: 17 discursos
#10
Presidente do Conselho - AMOVERI FARMA Luiz Biasi
Luiz Biasi

Presidente do Conselho - AMOVERI FARMA

Transcrição automática

Inicialmente, só agradecendo o convite. Tá longe? Obrigado. Obrigado. Tá certo? Me escuta? A gente começa de novo. Só de início já agradecer o convite, deputado, e agradecer por estar junto, acho que... quatro gigantes, assim, dentro da nossa trajetória, eu vou falar mais rapidamente depois sobre a empresa, Nós somos um grupo com forte atuação oncológica e é importantíssimo estar... aqui sentado junto com o Igor. O Igor é uma figura vista e revista nas reuniões do Ministério da Saúde e acho que há um Há um espaço na história para contar o quanto você construiu junto com o grupo todo ali. junto com o Eduardo Jorge, junto com a equipe toda essa construção de indústria brasileira farmacêutica. É importantíssimo estar junto da Fiocruz. Rostou o fio peso da Fiocruz como motor de desenvolvimento de barreira de quebra de barreira tecnológica. Eu acompanhei pessoalmente a reunião da coalizão global por inovação e produção local, que acho que nesse momento traz voltada bastante a dengue, mas é uma iniciativa importantíssima da ministra Anísia, ainda quando ministra, e que traz o Brasil para esse centro, e aí queria também cumprimentá-los. a doutora Celci, com o desafio da Bahia Farma aí de de servir como indutor tecnológico. Eu vou muito rapidamente, acho que até justificar minha presença aqui, A Moverin é um grupo brasileiro com atuação hoje já tomando o mundo, mas é um grupo que se alegra de ser brasileiro, e que se alegra de ser brasileiro tanto por amor ao país, quanto por compartilhar desse propósito, desse sonho do governo brasileiro, do poder público brasileiro, de democratizar a saúde para a população, principalmente internalizando tecnologia. A gente, claro que se inspira na Fiocruz, se inspira no Ministério da Saúde, se inspira no governo para trazer na iniciativa privada, nós emulamos o que o poder público tenta fazer a partir da iniciativa privada, aqui dentro da nossa estrutura. E nós dizemos diariamente que o nosso propósito empresarial é democratizar a saúde no Brasil. ainda que dentro da estrutura privada. Hoje nós, claro que inspirados em Bionovs, inspirados em cenários de sucesso, inspirados na Bahia Pharma, nós temos já em andamento 37 transferências de tecnologia oncológicas, com moléculas oncológicas tanto disponíveis para produção imediata quanto moléculas ainda sujeitos a registro. e que que serão aí a nova novo, futuro tratamento de câncer no Brasil. e nós focamos na... Nós já temos o grupo todo formado, mas nós focamos nesse momento na transferência de tecnologia para a produção, inclusive, de IFA. no país. Então, a gente tem dois espaços grandes aí, focados para... gostaríamos de ser o primeiro... o lançamento de um complexo econômico, de uma reprodução do complexo econômico industrial da saúde no Brasil, um com 770 mil metros quadrados, um com 2 milhões e 200 mil metros quadrados. É... todos focados na produção de IFE e a internalização de tecnologia. Eu vou só aproveitar, deputado, o seu retorno, cumprimentei os quatro gigantes que estavam presentes e falei um pouco da nossa trajetória com eles, mas dentro da nossa empresa, no início do meu vínculo com a oncologia, eu gastei um bom tempo olhando o seu projeto de rastreamento do câncer de mama na Bahia em 2015. 2014, 2012, talvez... mais iniciado lá em 2012, o senhor era secretário na época, não me recordo. Mas que... que nos inspira também, um projeto antigo, mantido até hoje, um projeto com consistência, com constância, como é, deveria ser, os projetos de Estado no Brasil. Mas eu contava para vocês, Igor, acho que hoje o que a nossa empresa faz é o funcionamento na prática, do desenho que você trouxe no seu PowerPoint. no teu bem construído PowerPoint. Hoje em dia temos que ter um certo cuidado para construir no teu bem construído PowerPoint. Nós fazemos isso dentro da iniciativa privada. E é fantástico porque o Brasil possui um sistema único de saúde exemplar que garante o direito ao tratamento, mas não tem fábrica. para produzir. Então, nós trazemos... Somos enormes, somos o maior orçamento percentual de saúde do mundo. e é fantástico quando a gente traz, depois eu falar dos nossos parceiros, tanto os chineses quanto os indianos, mas é fantástico ver que o Brasil, quando tem um lançamento novo de medicamento, rapidamente está na pole position. Nós estamos entre o terceiro, o segundo ou o maior produtor do medicamento. Mas não produzimos. o maior comprador, perdão, produtor, não estamos nem próximos de ser. E o Brasil tem essa diferença importante, eu vi o discurso do ministro Padilha, quando lançava ali a produção, salvo engano, do equivalente ao Buscopan, a Bionovs, e ele falava que, O Brasil combina o estímulo à inovação E agora tem que combinar o estímulo à produção para poder garantir o acesso, já que todos os brasileiros têm acesso. a qualquer medicamento, a qualquer produto... de saúde que necessitem. Então, nós nos orgulhamos de ser parte disso e acho que seguindo um caminho pavimentado pelo governo brasileiro. Parte do meu papel aqui, e eu... Logo vamos encaminhar para o final, até porque acho que o deputado trouxe uma densidade importante para o debate de vocês com as questões... que ele trouxe ali logo antes da minha fala, parte do meu papel é trazer, acho que para vocês, a visão da iniciativa privada de que está funcionando. O projeto brasileiro está funcionando, ainda que com várias rupturas, ainda que com várias dificuldades, ele está funcionando, ainda que com muita burocracia está funcionando. e todas as alterações têm feito isso funcionar. Nós temos um ponto de preocupação no Brasil, que é essa soberania em termos de saúde. E olha que emblemático até o deputado João falou ali no início, o doutor João, sobre os indianos. Nós temos hoje, para assinar aqui em Brasília, nós estamos finalizando esse projeto hoje, Uma parceria com três dos maiores laboratórios indianos. Os donos dos laboratórios foram convidados e estariam aqui em um evento nosso à noite e não vieram em razão da guerra. Hoje se conversa mais com bávado que com diplomacia. Nós não conseguimos há tempo trazer os sócios, embora eles vão entrar por link amanhã na Comissão de Saúde da Câmara. Mas os sócios não chegaram. Imagina a dificuldade que é para trazer medicamento. da Índia. Então, nós temos uma necessidade de soberania. nacional, que acho que já é de todos entendida e que nós, enquanto iniciativa privada, estamos também... tentando... compartilhado esse mesmo propósito. O grupo da GenoHope, que é, incrivelmente, o segundo maior grupo de equity da China, que atua em várias áreas, traz para nós hoje, uma visão já já... construída com o nosso grupo de produção fabril no Brasil de peptídeos. eles estão no mercado mais... Pujante, que produzem... Tios repartida, retatutida, que é a próxima... próxima fronteira tecnológica desses mercados perpétidos, e alguns outros perpétidos focados na osteoporose e outros tratamentos específicos, estão vindo para o Brasil para produzir aqui. para construir com a gente um polo industrial farmacêutico já são nossos parceiros, nós já estamos, eles seguem amanhã conosco para a nossa sede. até para conhecer o espaço e tudo o que nós vamos construir. Eu agradeço bastante a presença deles e quero, já finalizando, Só... trazer rapidamente dois pontos, é muito visível da nossa parte, eu me lembro quando ainda era mais novo, Em 2011. Dois, talvez. O Brasil foi procurado pelo presidente Bush na época, na nos Estados Unidos, que queria que nós entrássemos, de certa forma, na guerra. E eu me lembro do presidente Lula dizer: "olha, a minha guerra agora é contra a fome". A guerra do Brasil hoje é contra a fome e não vai se envolver num conflito no Oriente Médio. E hoje, ainda que nós repetimos um conflito no Oriente Médio, nós temos uma guerra de saúde no país, uma guerra de industrialização e soberania. focada basicamente na indústria farmacêutica. É importante que a gente esteja lutando juntos com isso. Só para finalizar, agradecer novamente, acho que vocês... Talvez não compreendam a importância que é. para os investidores estrangeiros. sentido o governo brasileiro a organização, inclusive burocrática e também política, que a gente tem trazido e que a gente tem construído com uma visão de constância e de perenidade, como diz o deputado Jorge Sola. e que vem com as 31 novas PDP só do último governo Lula. Mas essa visão de constância e perenidade traz, tenho certeza, para os nossos parceiros estrangeiros. a segurança de estarem aqui, de produzirem para que o Brasil consuma, já que o Brasil consome tanto, e de produzirem conosco. Então, em nome, acredito que dos nossos parceiros chineses, em nome dos indianos que estarão conosco hoje à noite para fazer a solenidade e amanhã... para participar da Comissão de Saúde, Eu agradeço o convite e agradeço o espaço. E quero firmar até o compromisso, renovar o nosso compromisso com o governo brasileiro de auxiliar... na produção de medicamentos no país. e firmar o compromisso de retornar aqui, provavelmente ainda nesse ano, para convidá-los para o lançamento do Parque Fabril. que nós vamos começar a construir aqui no Brasil. Então, obrigado. me cabe prestar contas do resultado do trabalho de vocês com o que ele traz para nós. trazer boas notícias também e agradecer bastante o espaço que nos foi dado. Obrigado, deputado. É um prazer estar aqui. Obrigado. Obrigado.

07 de abr, 11:37