COMISSÃO DE TURISMO
Sobre o Evento
A Comissão de Turismo debateu os impactos da redução da jornada de trabalho e o fim da escala 6x1 no setor, contrapondo visões sobre viabilidade econômica e bem-estar laboral. Adicionalmente, foram abordadas estratégias para promover a qualidade, sustentabilidade e ações climáticas nas atividades turísticas.
Vice-Presidente de Relações Institucionais - Associação Brasileira de Resorts - Resorts Brasil
Pelo convite, boa tarde a todos os componentes aqui da mesa. Bom... De tudo que já foi dito aqui, o que eu posso agregar? O fundamental é que a hotelaria, 30% do faturamento está comprometido com a folha. Indo para o 5x2, a gente deve ir para um 40%... do faturamento comprometido com a folha. Qual vai ser o resultado concreto para o trabalhador? O argumento que quer se proteger o trabalhador. é a Informalidade, os dados mostrados aqui pelo Ministério do Turismo, como é que pode um país com 210 milhões de habitantes ter 45 milhões de seletistas? é pelo volume enorme de pessoas que já estão na informalidade. O que foi dito aqui por todos, e é absolutamente verdade, não é possível o setor... principalmente a hotelaria, repassar esses preços, repassar esse aumento Porque a conta é muito simples, a conta é os 20% que estão falando aqui. Não tem como, se você tem... um trabalho presencial, seis dias. vai passar a ter um trabalho presencial cinco dias... tem que aumentar em 20% a mão de obra operacional. Isso não tem como fugir. E aí a gente vai ver a pejotização... e a gente vai ver a informalidade crescer. Então, não se está protegendo o trabalhador, ao jogá-lo para informalidade ou para pejotização. E aí que é fundamental... pegar carona aqui na fala do Orlando. A importância em caminhando o 5x2, em isso virando verdade... Como manter o nível de emprego atual e como manter esses trabalhadores na formalidade? É através de um modelo de desoneração. E aí, o fundamental que eu queria chamar a atenção é que o senador... Laércio Oliveira, do Sergipe. Sergipe. a PEC 1, ele já traz essa possibilidade, que é os 20% patronal, a contribuição patronal, 20% sobre a folha paga, ela ir para o formato de 1,4% do faturamento bruto do empreendimento. E nós fizemos essa conta, a gente fez essa conta. Quando a gente faz essa conta... há um aumento do custo total. para os empreendimentos. Então, aqui ninguém está querendo fugir de uma possibilidade de um novo formato de trabalho. E... Adotado essa PEC 1 do senador, haverá um aumento de custos, mas é um aumento de custos palatável, aumento de custos que é possível. O aumento de custos que não é possível é esse aumento de custos de 20%. do principal custo nosso, que já compõe com 30% do faturamento, e que vai levar inevitavelmente a Maior pejotização. e maior informalidade. A forma de se combater isso é ter alguma forma de compensação que já tem a proposta do senador Leite de Sergipe. Ok




