SUBCOMISSÃO ESPECIAL DA SEGURANÇA PRIVADA E BOMBEIROS CIVIS (CSPCCO/SUBSPBC)
Sobre o Evento
A Subcomissão Especial da Segurança Privada e Bombeiros Civis foi instalada com o foco de valorizar e proteger os profissionais do setor. Os parlamentares discutiram a necessidade de melhores condições de trabalho, reconhecimento da atividade como de alto risco e a regulamentação do porte de arma para a categoria.
Deputado
Bom dia. Bom dia, Sr. Presidente, coronel Almeida, sempre uma honra estar na presença de V. Exª. deputado Capitão Alden, um grande guerreiro e lutador pela... pela segurança privada também, parabenizar o coronel Ulisses, nosso presidente, que não está presente, mas também que é um grande defensor da segurança privada, e em nome dele fazer a seguinte declaração. O nosso país, muitas vezes, não reconhece a importância dos profissionais de segurança privada como outros países. E a gente assume essa posição da presidência da subcomissão para lutar pelos direitos dos bombeiros civis, pelas garantias, para lutar pelo direito dos vigilantes e de todos os profissionais da segurança privada. uma escolta na cidade de Mauá, em São Paulo, foi alvejada com tiros de fuzil 556. E os dois vigilantes da escolta ficaram bem, não foram feridos, mas eles estavam com um veículo que não era blindado, numa escolta de altíssimo valor, com duas pistolas, para reagir a fuzil 556. Os nossos profissionais de carro forte, há muitos e muitos anos, são vítimas de ataques com granadas, com dinamites, com fuzis e também não tem um calibre compatível para se defender. É a mesma coisa de lutar com um estilingue contra uma arma. Então chegou a hora da gente... reconhecer Não somente a questão dos direitos, que é uma atividade de risco, sim, altíssimo risco, não tem o que se falar. A votação do Supremo Tribunal Federal, que não reconheceu... como atividade de risco Na nossa visão, com respeito à decisão judicial, ela é equivocada. porque todo dia tem profissional da farda da segurança privada morrendo. E dentro disso, Mais uma vez, reafirmar a nossa luta em aprovar a legislação. que foi recentemente aprovada. na Comissão de Segurança Pública, que reconhece a atividade de risco e que dá direito ao porte de arma. O vigilante, ele trabalha, ele prende, ele dá uma voz de prisão, como qualquer do povo, num posto de serviço, e quando ele está indo para casa, ele já é vítima de vingança. O vagabundo já segue ele, pega ele no meio do caminho e muitos e muitos morrem. Então, chega de sangue na farda da segurança privada. E aí do Parlamento Federal, como representantes da segurança, temos que elevar o grau de proteção e elevar o reconhecimento dessa categoria. Obrigado, Coronel Meira, e estamos à disposição. E eu acho



