COMISSÃO DE DEFESA DOS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
Sobre o Evento
A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência realizou um seminário em celebração aos 24 anos da Lei de Libras, reafirmando o compromisso parlamentar com a educação bilíngue e a acessibilidade. O encontro reuniu especialistas, representantes governamentais e membros da comunidade surda para debater o fortalecimento de políticas públicas e a garantia da inclusão social.
Mostrando 1 fala de Shirley Vilhalva neste evento
Ver evento completoProfessora e pesquisadora - Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - UFMS
Bom dia, eu sou a professora Shirley Vilhalva e hoje eu estou muito feliz com esse convite Estou muito feliz de estarmos juntos. E o tema... Hoje é língua indignatizidais. Línguas de gerenciais, lís. Nesse momento muito importante... Eu preparei... Obrigado. Preparei para nós... surdos, indígenas, E o pegue. Sobre burocracias de profissionais. para essa prática e o reconhecimento da lei. da linguagem de sinais. E nesse momento Tinha 24 anos Da lei de libras Né. Então... A língua de direitos nacionais sempre teve... Esse espaço... de territorialidade Sempre com a língua de sinais dentro dessa territorialidade. alguns contratos e regulamentações Ainda não é isso? Obrigado. Sim. Decreto CNE que mostra sobre... o reconhecimento e com tudo que ele era. Também a língua de sinais e a língua de sinais indígena elas têm uma visibilidade pequena. Começou em 2012 e deu um passo... Um passo muito importante... Mas, Não é só dentro das escolas que precisamos ter os intérpretes de Libras. Nós também precisamos ter intérprete de língua de sinais indígenas. Isso é muito importante para a nossa comunicação também. É o nosso direito linguístico. Então, isso é muito importante para nós, povos indígenas. Uma outra perspectiva é: A educação precisa funcionar juntamente com a cultura, de norte a sul, leste a oeste, em todos os lugares. Isso não tem sido de maneira igual. E também nem precisa ser igual, porque as culturas são diferentes. Então, a nossa proposta é que nós precisamos continuar avançando, precisamos avançar também nas línguas de sinais indígenas. Por exemplo: Se nós temos um trabalho a fazer dentro da comunidade surda com a língua de sinais, nós também podemos fazer esse mesmo trabalho para a língua indígena de sinais. Para nós termos... de maneira oficial e implementada os nossos direitos. Parece que a língua indígena de sinais é dependente da língua brasileira de sinais. E nós precisamos caminhar juntos a língua de sinais indígena e a língua brasileira de sinais. Nós precisamos caminhar juntos. Não podemos ser separados. E nós queremos... O quê? Ter a oportunidade de trabalhar aqui no Brasil. Nós temos vários instrumentos legais que possibilitam o nosso trabalho, o nosso movimento... Tudo isso, os nossos direitos linguísticos, isso é apoiado de maneira mundial, desde 2012. 2022 até 2032, essa década de movimentação de espalhamento das línguas indígenas de sinais, Todas as línguas indígenas de sinais Tudo isso que está relacionado à comunidade indígena é ampliada para o mundo. E isso já começou. Em 2019... 2019 foi um marco para isso que estou comentando com vocês. Porque se a língua de sinais A língua escrita. a saúde mental, a saúde do corpo. Isso está ligado para a pessoa surda, pessoa indígena surda. Eles têm esses direitos e isso está intrinsecamente ligado à sua língua. Então, eu agradeço muito e eu espero também que sejam abertos esses caminhos para a área da saúde, na área do trabalho. para que nós, indígenas, que usamos a língua indígena de sinais, tenhamos garantido os nossos direitos de participação. E obrigada a todos vocês que estão aqui presentes. Obrigado. E aí




