COMISSÃO DE SEGURANÇA PÚBLICA E COMBATE AO CRIME ORGANIZADO

12 mai. 2026 10:09 às 12:14

Sobre o Evento

12/05/2026 - Combate à lavagem de dinheiro por meio de fintechs

Status
Concluído
ID: 81945Total: 27 discursos

Mostrando 2 falas de Alvaro Lima Freitas Junior neste evento

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#4
Chefe da Divisão de Supervisão do Departamento de Supervisão de Conduta - Banco Central do Brasil Alvaro Lima Freitas Junior
Alvaro Lima Freitas Junior

Chefe da Divisão de Supervisão do Departamento de Supervisão de Conduta - Banco Central do Brasil

Resumo Inteligente

O Chefe da Divisão de Supervisão do Departamento de Supervisão de Conduta - Banco Central do Brasil discorreu sobre a regulação e supervisão de fintechs de pagamento no país. Destacou a evolução dos marcos normativos, iniciada com a Lei nº 12.865/2013, que ampliou a competência do Banco Central para autorizar e fiscalizar essas instituições, especialmente após o amadurecimento do setor e a expansão do uso do PIX. O foco da apresentação recaiu sobre os desafios enfrentados no combate à lavagem de dinheiro, ao financiamento do terrorismo e à proliferação de armas de destruição em massa, enfatizando que as instituições, ao operarem em ambiente digital, tornaram-se alvos de organizações criminosas que exploram brechas, como contas de fachada. O palestrante ressaltou as medidas adotadas para mitigar riscos, incluindo o monitoramento intensivo e a exigência de procedimentos robustos para a movimentação de recursos.

12 de mai, 10:25
19 discursos de outros oradores · 1h31 depois
#24
Chefe da Divisão de Supervisão do Departamento de Supervisão de Conduta - Banco Central do Brasil Alvaro Lima Freitas Junior
Alvaro Lima Freitas Junior

Chefe da Divisão de Supervisão do Departamento de Supervisão de Conduta - Banco Central do Brasil

Resumo Inteligente

O Chefe da Divisão de Supervisão do Departamento de Supervisão de Conduta do Banco Central do Brasil explicou que o BC adota uma análise criteriosa para a autorização de funcionamento de instituições financeiras, visando garantir a idoneidade dos envolvidos. O representante do BC destacou que, apesar desse rigor, há riscos de cooptação posterior pelo crime, o que demanda procedimentos robustos de prevenção à lavagem de dinheiro, financiamento ao terrorismo e proliferação de armas. Explicou que o BC normatiza e supervisiona esses processos, exigindo das instituições a definição de apetite ao risco, avaliação interna, conheça seu cliente e monitoramento transacional com reporte ao COAF. Por fim, mencionou desafios na troca de informações entre órgãos devido a sigilos bancário e fiscal e a pressão por prazos da Lei de Liberdade Econômica, defendendo maior robustez na supervisão e eventual apoio do Congresso para aprimorar o arcabouço regulatório.

12 de mai, 11:56