COMISSÃO DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO
Deputados e servidores cobram solução urgente para a crise no plano de saúde do DF
Sobre o Evento
A Comissão de Administração e Serviço Público debateu a crise no Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do DF (Inas), marcada por descredenciamentos e atrasos em atendimentos. Representantes sindicais e parlamentares cobraram transparência, paridade na gestão e regularidade nos repasses financeiros para garantir a assistência aos servidores.
Mostrando 2 falas de Denivaldo Alves do Nascimento neste evento
Ver evento completoResumo da participação
O Diretor Jurídico do SAE-DF denunciou a precariedade na gestão do plano de saúde dos servidores, apontando déficits financeiros, falhas graves no atendimento e burocracia excessiva que resultam em riscos à vida. Em defesa da categoria, o representante cobrou maior transparência e seriedade do GDF, propondo a criação de uma comissão para fiscalizar e solucionar as irregularidades no sistema.
Diretor Jurídico - Sindicato dos Trabalhadores em Políticas Públicas e Gestão Educacional do DF – SAE-DF
O Diretor Jurídico - Sindicato dos Trabalhadores em Políticas Públicas e Gestão Educacional do DF – SAE-DF criticou a gestão do GDF Saúde (INAS), destacando que o plano de saúde é financiado integralmente pelos servidores. Relatou problemas no atendimento, atrasos a clínicas e a existência de um déficit milionário na gestão dos recursos, cobrando maior seriedade e transparência do Governo do Distrito Federal e propondo a criação de uma comissão de representação para tratar dessas irregularidades.
Diretor Jurídico - Sindicato dos Trabalhadores em Políticas Públicas e Gestão Educacional do DF – SAE-DF
O Diretor Jurídico - Sindicato dos Trabalhadores em Políticas Públicas e Gestão Educacional do DF – SAE-DF relata o falecimento de um amigo próximo devido à demora e negligência na gestão de um plano de saúde para servidores. O orador critica a burocracia do plano, ressaltando que, embora o custo da cirurgia fosse elevado, a falta de agilidade no atendimento e problemas hospitalares levaram ao óbito do servidor. Defende que a gestão deve priorizar a vida humana, reforçando que existem recursos financeiros suficientes, destinados desde 2006, para garantir um atendimento de qualidade, e propõe a criação de uma comissão para cobrar melhorias na gestão do plano.




