COMISSÃO DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO

Deputados e servidores cobram solução urgente para a crise no plano de saúde do DF

2 jun. 2026 10:38 às 13:35

Sobre o Evento

A Comissão de Administração e Serviço Público debateu a crise no Instituto de Assistência à Saúde dos Servidores do DF (Inas), marcada por descredenciamentos e atrasos em atendimentos. Representantes sindicais e parlamentares cobraram transparência, paridade na gestão e regularidade nos repasses financeiros para garantir a assistência aos servidores.

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Resumo da participação

A participante criticou a precariedade e a falta de transparência na gestão do plano de saúde, destacando dificuldades financeiras e morosidade no atendimento aos servidores de menor renda. Questionou a ausência de representação sindical e manifestou preocupação com a criação de planos diferenciados por categorias, o que poderia aprofundar desigualdades e excluir trabalhadores do processo decisório.

#44
Participante Silene
Silene

Participante

Resumo Inteligente

O participante faz um registro sobre a ausência de representação sindical do segmento de saúde na Mesa. Critica a situação do plano de saúde (Inas), destacando a vulnerabilidade dos servidores, que pagam por um serviço deficiente, sendo que grande parte da categoria, especialmente da carreira Gaps, com salários mais baixos, não consegue sequer arcar com os custos do plano. Aponta a morosidade e o descaso na autorização de cirurgias e próteses, o que agrava o estado de saúde dos pacientes e torna a gestão do plano irracional.

02 de jun, 12:34
1 discurso de outros oradores · 3 min depois
#46
Participante Silene
Silene

Participante

Resumo Inteligente

O participante expressa preocupação com a falta de transparência do plano de saúde, especificamente quanto à ausência de uma tabela pública de procedimentos, o que dificulta o planejamento financeiro dos beneficiários. Questiona também a possível criação de planos de saúde diferenciados por categorias profissionais, temendo que isso prejudique os trabalhadores de menor renda e desestimule a representatividade de categorias como a saúde, que, apesar de ser numerosa, carece de voz nas discussões paritárias no âmbito do governo local.

02 de jun, 12:37