COMISSÃO DE LEGISLAÇÃO PARTICIPATIVA
Greve na Uerj mobiliza debate sobre recomposição salarial e infraestrutura
Sobre o Evento
A Comissão de Legislação Participativa realizou audiência pública para discutir a greve dos docentes e técnicos da UERJ. O debate focou nas reivindicações da categoria por recomposição salarial, melhores condições de infraestrutura e valorização da carreira acadêmica.
Mostrando 2 falas de Miguel Tarnapolsky neste evento
Ver evento completoResumo da participação
O Representante da Associação de Pós-graduandas e pós-graduandos da UERJ - UERJ - Universidade Estadual do Rio de Janeiro denunciou a asfixia financeira da instituição, decorrente do descumprimento do repasse constitucional de 6% da receita estadual. Defendeu a urgência de suplementação orçamentária e a manutenção de auxílios estudantis, manifestando apoio à greve docente e técnica frente ao desmonte das políticas de permanência.
Representante da Associação de Pós-graduandas e pós-graduandos da UERJ (APG-UERJ) - UERJ - Universidade Estadual do Rio de Janeiro
O representante da APG-UERJ discursa sobre a crise deliberada de asfixia financeira enfrentada pela universidade, que opera com um orçamento estagnado desde 2014, apesar da expansão de cursos e vagas. Destaca a falta de cumprimento do repasse constitucional de 6% da receita corrente líquida estadual e relata a precariedade das condições materiais nos campi, como interdições de bibliotecas, problemas estruturais em prédios e falta de auxílios estudantis adequados, como moradia, alimentação e transporte. Reforça o apoio ao movimento grevista docente e técnico, criticando o desmonte orçamentário que prejudica a política de cotas e a permanência estudantil.
Representante da Associação de Pós-graduandas e pós-graduandos da UERJ (APG-UERJ) - UERJ - Universidade Estadual do Rio de Janeiro
O Representante da Associação de Pós-graduandas e pós-graduandos da UERJ defendeu a necessidade de suplementação orçamentária emergencial e o respeito ao percentual legal de 6% da receita corrente vinculada à universidade para garantir a assistência estudantil. Ressaltou a importância da manutenção de auxílios (permanência, creche, alimentação e transporte) e políticas de moradia. Além disso, rebateu críticas de que os estudantes seriam contrários à greve, afirmando que a categoria está unida a técnicos e professores e que o principal entrave para a universidade é a falta de orçamento e a postura do governo estadual nas negociações.




