
A Diretora-Executiva da ACT celebra a saída do Brasil do mapa da fome, mas alerta para a fragilidade das políticas estruturais e a concorrência desleal das multinacionais. Defende o fortalecimento da agricultura familiar, o enfrentamento ao lobby de ultraprocessados na reforma tributária e a importância de limitar práticas corporativas nocivas em prol da saúde pública e da justiça social.
Diretora-Executiva da ACT falou sobre impacto de álcool e tabaco na saúde, tributação regressiva nesses produtos e necessidade de maior tributação. Também mencionou aumento de consumo e impacto na saúde de alimentos ultraprocessados, especialmente entre populações vulneráveis. Propôs reforma tributária que diferencie produtos saudáveis e não saudáveis, como tabaco, álcool e ultraprocessados, e use aumento de preço para desincentivar consumo.
Diretora-Executiva da ACT fala sobre promover políticas públicas para controlar fatores de risco de doenças crônicas, como tabagismo e álcool. Ela menciona a reforma tributária e a ausência do setor alimentício, tabaco e bebidas em discussões relacionadas à saúde. Ela destaca os impactos negativos do tabagismo no Brasil, incluindo altos custos médicos e um imposto de cigarro barato. Ela pede à indústria do tabaco para se engajar em debates públicos sobre o assunto.
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