
A falante defende discussão sobre inclusão de medicamentos orais em planos de saúde, vendo isso como forma de equilíbrio entre sistema público e privado, e propõe atualização do modelo jurídico que exclui doenças tratadas por medicamentos orais, considerando-o datado.
Saúde suplementar deve oferecer cobertura mínima de procedimentos, incluindo atualizações e tecnologias avançadas de tratamentos em domicílio. É necessário debater assistência farmacêutica no âmbito da saúde suplementar para equilibrar com SUS e mercado privado.
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