
Existem doenças raras de origem genética e não genética, divididas em inflamatórias, infecciosas e outras. Eles podem beneficiar-se de medicamentos, mas correm o risco de excluir doenças semelhantes treatadas com medicamentos imunomediados ou autoimunes se não forem cuidadosos.
Discurso gira em torno do futuro da ciência e evolução de medicamentos, destacando uso de inteligência artificial no desenvolvimento de pequenas moléculas, exemplificando com tratamentos para fibrose e colite. Falante argumenta sobre urgência da inclusão desses medicamentos em planos de saúde, facilidade de uso oral, e impacto positivo na adesão dos pacientes.
Alexandra, paciente de doenças inflamatórias intestinais, discute a importância do projeto de lei 487, que busca a cobertura de medicamentos orais por planos de saúde. Ela destaca a eficácia e os custos dos medicamentos, além do impacto positivo na saúde pública e na economia. Frisa a necessidade de acesso a tratamentos para pacientes e critica a cobertura atual limitada. Apresenta dados de estudos que mostram como a remissão de doenças pode reduzir custos médicos e beneficiar a qualidade de vida. Finaliza expressando esperança na participação ativa da sociedade civil na elaboração de leis.
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